Polícia prende quadrilha suspeita de assaltar bancos na região

Durante as investigações, a polícia apurou que o modus operandi do bando consistiu em seguir em comboio, com Jefinho à frente com um veículo, enquanto seus comparsas, Sapinho e Vinícius, seguiam logo atrás com outros dois veículos, sendo um deles roubado. Eles usavam o veículo de procedência criminosa durante o roubo, abandonando-o na sequência. Jefinho retornava em um dos veículos legalizados e os outros dois voltavam, logo após a ação criminosa, com o outro carro, dividindo entre eles o dinheiro roubado.

A quadrilha foi presa após interceptação telefônica, na manhã desta terça-feira, dia 8. Os policiais constataram que o bando planejava um assalto ao banco Bradesco de Brasópolis, em Minas Gerais. Nas escutas, a polícia flagrou quando Japa disse aos comparsas que já havia ido até a agência bancária e estava tudo certo para o roubo. Ele foi preso em uma casa, localizada em uma chácara em Itapeva, Minas Gerais, nas margens da rodovia Fernão Dias. O rapaz tentou fugir, mas foi preso com três pistolas semiautomáticas e um Fuzil AR15, celulares e HTs, que seriam utilizados na ação criminosa.

Os investigadores, então, se dividiram em equipes e Sapinho foi preso com o i30 na Marginal do Tiete, próximo à Ponte da Vila Guilherme. Em seguida, os policiais prenderam Vinícius que conduzia o Honda Civic roubado. Ele tentou fugir e acabou se envolvendo em acidente na rodovia BR-116, em Guarulhos. O terceiro assaltante, Jefinho, foi preso com o Pálio quando passava pela praça de pedágio de Mairiporã, na Rodovia Fernão Dias.

Japa foi levado à delegacia de Itapeva, Minas Gerais, e os outros três assaltantes, encaminhados à Delegacia de Investigações Sobre Facções Criminosas e Lavagem de Dinheiro, do DEIC.

Com as prisões, o delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Catanduva, Hélvio Roberto Bolzani, providenciará o reconhecimento pessoal dos suspeitos junto as vítimas e, ainda, o cruzamento das informações enviadas pelas Operadoras Vivo, Tim, Claro e Oi com as resenhas apuradas na interceptação telefônica autorizada pela Justiça, com a finalidade de provar materialmente terem sido eles os responsáveis pelo roubo ao banco Bradesco de Ariranha.

A Polícia Civil investiga a participação dessa quadrilha em vários outros roubos a banco, incluindo aqueles praticados contra uma agência bancária em Camanducaia no mês de janeiro deste ano e outro praticado uma semana depois contra uma agência bancária de Pedra Bela, São Paulo, onde foram roubados cerca de R$ 500 mil em cada uma das agências.

Créditos da matéria: Diário da Região

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