Polícia prende quadrilha acusada de assaltar dona de rede de padarias

Uma quadrilha composta por três homens e uma mulher foi detida pela Polícia Militar na madrugada desta quinta-feira, dia 15. O grupo é suspeito de ter assaltado duas vezes a proprietária de uma rede de padarias de Rio Preto. O último assalto foi em frente à padaria, que fica no Jardim Yolanda. Um dos suspeito é casado com uma ex-funcionária da empresária.

De acordo com o soldado Eduardo de Almeida, a PM chegou até a quadrilha quando estavam a procura de ladrões que assaltaram uma casa na Vila Cassini, na noite de quarta-feira, dia 14.

Em patrulhamento, os policiais apreenderam um adolescente de 16 anos, que foi reconhecido pelos moradores da casa assaltada.

O adolescente informou aos policiais que uma das pessoas que assaltou a casa na Vila Cassini, morava no Jardim Yolanda.

Ao chegar no endereço, os policiais encontraram o carro usado no roubo a residência, um Corsa Classic, de cor prata.

Perto do veículo estava um casal que inicialmente disse desconhecer de quem seria o carro estacionado na frente da residência deles. Desconfiados da versão, os policiais pediram para entrar na casa e encontraram, escondido debaixo da cama do casal, dois televisores e um computador que tinham sido roubados da residência na Vila Cassini.

Em vistoria na sala, os policiais encontraram em um compartimento secreto, um revólver de calibre 38 e um talão de cheque roubados da proprietária da rede de padarias.

Para os policiais, a mulher disse que foi funcionária de uma das padarias da empresária e deu nome de mais um homem, suspeito de participar do assalto à residencia. O rapaz, que morava no mesmo bairro, também foi preso.

Na delegacia, o adolescente e um dos homens foram reconhecidos pela empresária como autores dos dois assaltos. Inclusive, teria sido o garoto de 16 anos que atirou contra comerciante, no primeiro assalto, na Boa Vista, em 31 de outubro.

A ex-funcionária foi liberada após depoimento, porque não foi constatado a participação dela dos assaltos, mas mesmo assim ela  ainda será investigada pela polícia. Marco Antonio dos Santos/Diário da Região

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