Polícia de Bady Bassitt pede prisão temporária de suspeito

Eluzânio Afonso de Oliveira, 40 anos, é suspeito de ser o assassino do agropecuarista aposentado morto com uma paulada na cabeça.

A Polícia Civil de Bady Bassitt pediu à Justiça, nesta terça-feira, 21, autorização judicial para prisão temporária de Eluzânio Afonso de Oliveira, 40 anos, suspeito de ser o assassino do agropecuarista aposentado Jorge Luiz da Silva Onça, morto aos 66 anos, no último dia 14, com uma paulada na cabeça. O crime aconteceu em um sítio da vítima, onde Eluzânio morava. Uma dívida relacionada a uma sociedade entre vítima e suspeito é o principal motivo do crime levantado pela investigação.

O rapaz está foragido desde o dia 17. “Defesa afirmou que ele ia se apresentar nesta segunda-feira (20), ficamos esperando e ele não se apresentou. Agora pedimos a prisão temporária porque ele (suspeito) fugiu para esquivar da responsabilidade do homicídio”, disse o delegado Ericson Abufares. Segundo o delegado, Eluzânio tem passagem pela Justiça por violência doméstica.

O caso 

De acordo com a Polícia Civil, o idoso foi encontrado caído dentro da casa da chácara, com fraturas na região da cabeça e com um dos braços quebrado. A arma do crime, um pedaço de madeira, foi apreendida no local. Jorge foi socorrido e levado ao pronto-atendimento de Bady Bassitt e depois foi transferido ao Hospital de Base, em Rio Preto, onde o óbito foi constatado. Segundo a polícia, o idoso não morava na residência, mas utilizava a chácara para dormir alguns dias da semana.

Idade é agravante

Quem comete crime contra criança, maior de 60 anos, enfermo ou mulher grávida pode ter a pena agravada, segundo o Código Penal Brasileiro. Para a delegada da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Rio Preto, Dálice Aparecida Ceron, que atende idosos vítimas de violência doméstica, no caso de pessoas com 60 anos ou mais o ideal é a família sempre acompanhar o idoso. “Mas nem sempre também eles permitem que a família interfira. Tem que analisar as circunstâncias e ver o que é melhor para a segurança e a proteção desse familiar”, afirma a delegada, ressaltando que cada caso deve ser analisado individualmente.

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