Polícia Ambiental começa a destruir ranchos no Rio Turvo

A Polícia Ambiental está demolindo nesta semana ranchos construídos em áreas de preservação no rio Turvo. Mais de 100 obras irregulares foram identificadas num mapeamento que começou há sete anos. Para as autoridades, as ocupações colocam em risco o equilíbrio do meio ambiente.

O Tem Notícias acompanha a situação dos ranchos irregulares desde o início. Eles se concentravam entre Olímpia (SP) e Guapiaçu (SP). Depois de mapear toda a área às margens do rio Turvo, que passa por oito municípios da região, a Polícia Ambiental identificou mais de 100 construções irregulares e encaminhou o estudo ao Ministério Público.

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Os ranchos irregulares foram demolidos a pedido do Ministério Público. Voluntários participaram do trabalho. No total, nove construções foram colocadas abaixo essa semana e todas ocupavam áreas de preservação ambiental há mais de 30 anos. João de Assis ainda permanece morando no rancho que construiu. Ele tem autorização da promotoria para ficar até que arrume outro lugar para morar. Apesar de ter que sair da única casa que tem, ele apóia a ação da polícia.

As operações contra os ranchos irregulares começaram em 2006, mas foram intensificadas depois da mudança do código florestal. Os proprietários que se recusarem a sair do local poderão ser multados e também obrigados a reflorestar a área degradada.

Para combater a agressão ao meio ambiente, outro trabalho está sendo feito em outro rio da região. Casas flutuantes construídas de forma irregular no rio Grande, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, vão ser retiradas. Um plano de como será feita a manobra está sendo elaborado. As estruturas foram identificadas depois de uma força tarefa da Marinha e Polícia Ambiental.

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