Pen drive pode seguir disquetes e “morrer”, devorado pelo armazenamento nas nuvens

Da Redação

Lembra daqueles disquetes de oito polegadas, depois de 5 e um quarto e finalmente o de três polegadas e meia, que guardavam muito pouco de memória?

Pois é, eles sumiram do mapa e veio o pen drive, que armazena até 32 gigabytes numa caixinha minúscula, que serve até como chaveiro.

Mas esse amigo cheio de memória também está indo embora, de acordo com o pensamento dos gurus da tecnologia. Está sendo trocando pelo chamado armazenamento nas nuvens, nos diversos sites que oferecem esse serviço gratuito, para quem usa pouco espaço.

Empresas e quem possui gigantescos arquivos para guardar pagam mensalidades de pequeno valor, perto do custo dessas tecnologias que estão morrendo. O pen drive de 32 gigas, por exemplo, ainda custa em torno de 90 reais nas lojas especializadas.

Os novos sistemas são chamados de armazenamento nas nuvens porque ninguém sabe onde ficam, de fato, os arquivos. Eles são guardados em sites de compartilhamento como o Google, o Dropbox e o Evernote.

Quem ainda se mantém fiel ao pen drive lembra que não adianta ter arquivo nas nuvens, para acessar de onde estiver.

Se naquele lugar não tiver conexão com a internet, ou se ela falhar no momento em que você mais precisa, você fica na mão.

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