Para secretário, instalar semáforos pode ser solução

O secretário de Segurança, Trânsito e Transporte Público de Votuporanga, Rolandinho Nogueira, procurado pela reportagem na manhã de ontem para comentar sobre o acidente no cruzamento das ruas Bahia e Tietê, que tirou a vida de mais uma pessoa, lamentou o ocorrido.

“Não podemos julgar ninguém, até porque quem levantará estes dados para esclarecimentos é a Polícia Científica, mas pelo que a cena do acidente nos mostra é que o caminhão não teria parado na Tietê, invadindo o ‘Pare’. Mais uma vida se perdeu”, disse.

Na opinião dele, está provado mais uma vez que os acidentes registrados acontecem devido à imprudência dos motoristas e não pela possível falta de placas de sinalização. “A cidade possui uma boa sinalização no trânsito”, disse. Acrescentou também que sua equipe de agentes de trânsito tem feito intensamente a fiscalização na cidade.

Uma das estratégias para ajudar o trânsito é colocar estacionamento de motos em todos os cruzamentos. “Esta é uma ideia para melhorar onde tem pontos cegos”, disse.

Pede também para que os motociclistas diminuam a velocidade e fiquem calmos ao dirigirem, pois estes são os que mais sofrem nos acidentes.

 

Semáforos

A rua Paraíba terá a instalação de semáforos em seus principais cruzamentos. Rolandinho anunciou à reportagem que começando pela Sergipe até chegar na Minas Gerais, os cruzamentos receberão os aparelhos. Na respectiva rua, já existem semáforos nos cruzamentos, como por exemplo, na Amazonas, São Paulo e Bahia, quando um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), firmado pelo Ministério Público, Prefeitura e demais entidades em 2008, exigiu mudanças no trânsito.

O secretário disse que a proposta de instalar estes semáforos é para dar uma maior segurança aos motoristas e pedestres. Os semáforos serão sincronizados, no sistema “onda verde”. Para isso, deve ser aberta nos próximos dias a licitação para a aquisição dos aparelhos.

“Temos no trânsito de Votuporanga duas questões importantíssimas: a primeira é a segurança, e a segunda, agilizar o fluxo de veículos. Queremos sim, oferecer segurança, mas que não interrompa a passagem dos veículos, para que ninguém se sinta prejudicado. Mas, destaco também, que não há como melhorar o trânsito, sem a conscientização dos condutores e pedestres”, explica. Karol Bianconi – a Cidade

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