P.André diz que chegada de Mano forçou sua saída do Corinthians

BRASIL – Na ação na Justiça que pede uma indenização de R$ 2,5 milhões ao Corinthians, o zagueiro Paulo André diz que a chegada do técnico Mano Menezes ao clube, no início de 2014, foi o estopim para sua saída do time do Parque São Jorge.

No documento apresentado pelos seus advogados, o zagueiro explica sua transferência para o Shangai Shenhua, da China.

Segundo Paulo André, no início de 2014, o Coritnhians “trocou seu treinador e resolveu fazer uma reformulação no grupo de atletas. Com a mudança, percebeu que talvez tivesse poucas oportunidades na equipe”, diz o documento na sua página 8.

E prossegue a argumentação afirmando que a própria diretoria alvinegra sugeriu sua saída.

“O reclamado (Corinthians) incentivou o atleta a buscar novas oportunidades de trabalho, comprometendo-se a liberá-lo para eventual clube interessado no exterior, sem qualquer custo de transferência”.

A ação

Um dia depois do processo na Justiça virar notícia, Paulo André resolveu se proncunicar, por meio de uma nota em seu Facebook, para explicar o que de fato havia em suas reclamações.

Diferente do que havia sido divulgado inicialmente, o zagueiro negou que estaria reivindicando pagamento de horas extras pelos domingos trabalhdos.

“Falta com a verdade quem diz que processei o S.C. Corinthians Paulista reivindicando horas extras por trabalhos aos finais de semana. Isto é um absurdo, puro desconhecimento da lei e da ação. É lamentável ver como esse tipo de notícia é replicada sem o menor critério”, escreveu em sua conta na rede social.

“Busquei incessantemente um acordo com o clube para que me pagasse a premiação do título do Campeonato Paulista, do título da Recopa e dos jogos do Campeonato Brasileiro de 2013, além da diferença do saldo da renovação contratual de trabalho que aconteceu em janeiro de 2012. Depois de muitas tentativas, um acordo verbal foi estabelecido mas, infelizmente, o prazo estipulado não foi respeitado por parte do clube”.

“Assim sendo, optei por acionar o clube na justiça no mês de setembro, buscando os meus direitos legais enquanto trabalhador e cumpridor dos meus deveres durante o tempo em que fui atleta do clube. A ação decorre de acordos/promessas descumpridos pelo clube – ou seja, o assunto da premiação – direito de arena que é algo já reconhecido pelos tribunais e ausência de descanso devido aos atletas”, concluiu.

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