Overdose causou a morte de estudante alemão

O atestado de óbito do estudante alemão Jakob Steinmetz, 23 anos, confirmou que a causa da morte foi por overdose. De acordo com o delegado Miguel Angelo Micas, no documento consta que o rapaz morreu de insuficiência respiratória causada por intoxicação exôgena. O delegado de Ilha Solteira, onde o jovem morava há três meses, afirmou que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Pereira Barreto – onde está o corpo – vai confirmar o agente causador da intoxicação deve sair no mês que vem. “Ainda estamos investigando qual o tipo de droga utilizada e se o jovem foi induzido a usá-la, mas tudo leva a crer que foi LSD”.

O estudante que fazia estágio na Unesp de Ilha Solteira estava em uma festa na sexta-feira, 17, na república onde morava com mais cinco jovens brasileiros. De acordo com os amigos, eles haviam bebido caipirinha e em determinado momento Jakob foi para o banheiro e teria usado LSD. Assim que saiu do banheiro ficou agressivo. Devido ao comportamento estranho do alemão, um dos amigos ficou com ele durante a noite. Os outros quatro foram para um show sertanejo.

Por volta das 20h30, o resgate do Corpo de Bombeiros foi acionado, pois Jakob teve uma crise de convulsão. Ele foi socorrido e levado ao Hospital Municipal de Ilha Solteira, mas morreu seis horas depois. Um frasco do remédio Anador, que estava no banheiro da república, foi levado para a perícia, pois segundo os amigos era lá que estava a droga usada pelo jovem.

A Unesp de Ilha Solteira informou que o estudante fazia estágio na Faculdade de Engenharia Civil, por meio do Programa Iaeste (International Association for the Exchange of Students for Technical Experience) e que está colaborando de todas as formas com as autoridades competentes no que se fizer necessário. O consulado Alemão encaminhou nota ao Diárioinformando que os familiares do jovem foram avisados sobre a morte no mesmo dia da ocorrência e que estão recebendo toda assistência consular.

Sobre a vinda da família ao Brasil para fazer o traslado do corpo, a assessoria de imprensa do consulado informou apenas que “respeita o desejo da família em proteger a privacidade do falecido e por isso não pode dar mais informações”. A assessoria de imprensa da Unesp informou que a família não deve vir e que a instituição aguarda a certidão de óbito para que o corpo seja liberado para os familiares. Victor Augusto diarioweb.com

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