Município oferece mais de 300 mil consultas médicas por ano

Entre 2009 e 2014, houve um aumento de 35% no número de consultas ambulatoriais e de urgência e emergência

O número de consultas médicas oferecidas pela rede pública de Votuporanga teve um aumento de 35% nos últimos seis anos. Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde. Em 2009, foram 228,8 mil atendimentos; enquanto em 2014, 307,7 mil consultas/ano. Os números incluem as consultas ofertadas pelos Consultórios Municipais (ambulatoriais) e também de urgência e emergência, na UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) e no Mini-Hospital “Fortunata Germana Pozzobon”.

Segundo a secretária de Saúde, Dra. Fabiana Arenas Stringari de Parma, a melhora desse serviço é fruto dos investimentos feitos pela Prefeitura, que contratou médicos e mais profissionais da área de saúde e investiu na ampliação e modernização das unidades.  “Desde o início do mandato do prefeito Junior Marão, temos investido na contratação de mais profissionais e por esse isso conseguimos aumentar a oferta de consultas. A melhoria da qualidade do atendimento primário aos pacientes é uma grande preocupação do prefeito, que tem priorizado o investimento na saúde”, afirmou.

Dentre as consultas médicas ambulatoriais estão, ginecologia, pediatria, clínica geral, psiquiatria, urologia, ortopedia, entre outras. O número de médicos que trabalham para a rede municipal de saúde mais que quadriplicou em seis anos. Em 2009, a Secretaria de Saúde contava em seu quadro com 22 profissionais, hoje esse número saltou para 98 médicos, o que corresponde a um aumento de 405%.

Além de ter mais consultas e médicos, a população também ganhou na resolutividade. Atualmente, a atenção básica resolve 89% dos problemas de saúde da população, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde. Isso proporciona a redução de filas nos prontos-socorros, hospitais e no AME (Ambulatório Médico de Especialidades), do consumo abusivo de medicamentos, do uso indiscriminado de equipamentos de alta tecnologia e também gastos excessivos do poder público.

De acordo com Fabiana, a utilização de modo eficiente da atenção básica possibilita melhor organização e funcionamento dos serviços de saúde do SUS (Sistema Único de Saúde). “Hoje, a maioria dos problemas de saúde da população são resolvidos no próprio Consultório Municipal. E, quando há necessidade, é encaminhado ao aos serviços de média e alta complexidade”, explicou.

Atenção Básica

A Atenção Básica é o primeiro nível de atenção em saúde e se caracteriza por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo.  Este serviço é de responsabilidade do município e realizado nas unidades de saúde. As unidades são a porta preferencial de entrada do cidadão no SUS, garantindo assim o seu acesso e os princípios de universalidade, integralidade e equidade da atenção.

A Estratégia de Saúde da Família é a principal estratégia de organização da atenção básica. Funciona para triagem e encaminhamento de pacientes. Os pro?ssionais devem ser capazes de resolver problemas de saúde mais comuns e de dominar novos saberes que promovam a saúde e previnam doenças.

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