Mulher que esfaqueou outra em igreja de Fernandópolis é absolvida

O juiz da 2ª Vara Criminal de Fernandópolis, Vinicius Castrequini Bufullin, julgou parcialmente procedente o pedido feito na denúncia para condenar uma cozinheira nas penas do artigo 129, § 1º, I e II, do Código Penal, fixado em quatro anos e quatro meses anos e 15 dias de reclusão, devendo a pena privativa de liberdade ser cumprida, inicialmente, em regime prisional semiaberto.

No entanto, o magistrado decretou a progressão de regime da ré para que inicie o cumprimento da pena remanescente regime aberto. O alvará de soltura já foi expedido.
A pendenga começou dentro de uma igreja evangélica quando o marido da cozinheira O.B. teria recebido torpedos, recadinhos além de beijinhos via celular. O caso foi paras as ruas da cidade de Fernandópolis.

A ré abordou a mulher na via pública, iniciou caminhada atrás dela, puxou-lhe o cabelo uma vez,pelas costas, e novamente posicionando-se à frente da vítima, tudo porque queria ter acesso ao celular dela. Diante da recusa da vítima, a qual não esboçou qualquer reação, a ré retirou uma faca de sua bolsa e repentinamente atacou a vítima esfaqueando-a em locais nobres do corpo, pescoço,rosto e abdômen.
Durante os ataques, as testemunhas citadas advertiram a ré para que não continuasse ofendendo a integridade corporal da vítima, avisando-a de que chamariam a polícia,mas tudo foi em vã á derrotada e sem chance de resistir ao arrebatamento, a vítima assistiu à subtração de seu aparelho de celular, enquanto uma testemunha pôde ver que a ré saiu do local dando gargalhada e ao ser apresentada pela polícia militar que a capturou, demonstrou não ter qualquer arrependimento, inclusive disse “pena que não deu para fazer o trabalho completo,porque o meu objetivo era matar mesmo”.

“Ainda que esteja superada a questão da intenção de matar, não há dúvida de que os ataques foram intensos e premeditados, tendo em vista que a ré se armou com uma faca e ficou à espreita da vítima, aguardando-a justamente no percurso que ela faz para ir ao trabalho, tudo planejado para obter acesso ao celular dela, já estando preparada para eventual recusa, o que ocorreu e levou ao desfecho grave”.Ela ficou mais de um presa. EthosOnline

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