Mulher presa com droga na vagina em Fernandópolis é condenada

O Tribunal de Justiça de São Paulo reduziu de cinco para três anos e meio em regime fechado a pena de uma traficante de Fernandópolis. Além disso , foi condenada a pagar 700 dias multa. O acórdão foi assinado pelo desembargador Cardoso Perpétuo.

De acordo com os autos policiais militares se deslocaram até o local dos fatos (rodoviária) para averiguar a veracidade de uma denúncia anônima, dando conta de que T.A.A e o corréu J.L.M conhecidos pela prática de tráfico de drogas, estavam na estação rodoviária da cidade a traficar “crack”, sendo que a mulher escondia a droga em sua vagina e o corréu recolhia o dinheiro da venda e, ainda, tinham como fornecedor da substância ilícita o indivíduo, apelidado de “Cowboy”.

Os agentes, em seguida, avistaram a acusada e o réu J.L, resolveram abordá-los e, ao revistá-los, apreenderam a quantia de cento e oitenta reais (R$ 180,00), em dinheiro, e um aparelho de telefonia celular da marca” em poder de ., em poder da mulher apreenderam algumas moedas e um outro aparelho de telefonia celular Em continuidade, ambos foram levados à Delegacia de Polícia, pois somente naquela repartição poderia ser procedida a revista pessoal de T.A. ocasião em que perceberam que ela trazia algo no interior de seu corpo e se negava a retirá-lo; porém, a encaminharam, juntamente com réu J até o pronto socorro da Santa casa local e por meio de radiografia, puderam constatar que, realmente, ela trazia algo em sua vagina.

Eles foram levados novamente à Delegacia de Polícia, onde a no banheiro, retirara de sua vagina um saco plástico contendo dez (10) pedras de “crack” ,laudo de constatação provisória, e laudo de exame químico toxicológico. Diante dos fatos, deram-lhes voz de prisão, momento em que foram lavrados o auto de prisão em flagrante e o boletim de ocorrência.

“As provas produzidas a cargo da acusação foram contundentes e indicaram que os dois de fato praticaram os crimes de tráfico ilícito de drogas e de associação para o tráfico que se lhes foram imputados”, escreveu o desembargador.

EthosOnline

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