Mudanças nas refeições de crianças e adolescentes na pandemia

Estudos em diferentes países mostraram que o confinamento foi longo o suficiente para mudar o comportamento alimentar das famílias, de maneira positiva ou negativa.

A pandemia, em tão pouco tempo, afetou as rotinas das pessoas em todos os sentidos: trabalhos, confraternizações, viagens e passeios. E com isso, muitas modificações na alimentação aconteceram, principalmente quando falamos da dieta das crianças.

Os novos estudos feitos com pessoas em diferentes países mostraram que o confinamento em casa foi longo o suficiente para mudar o comportamento alimentar das famílias, de maneira positiva ou negativa. Muitas pessoas adotaram o hábito de cozinhar, muitas famílias planejaram o cardápio, contudo, muitas pessoas aumentaram o consumo de refeições delivery e, consequentemente, elevaram seu consumo calórico.

Os profissionais de saúde estão preocupados com a obesidade, sobretudo das crianças e adolescentes que, de acordo com pesquisas durante esse período sem sair para as ruas nem para a escola, as crianças ingeriram mais doces e fast food, levando a um aumento considerável de peso.

Os dois lados da mudança

Um estudo publicado na Revista Española de Nutrición Comunitaria, compartilhado pela ABESO, mostrou que, em entrevista com cerca de mil indivíduos espanhóis pela web, 72% dos participantes tinham aumentando o consumo de mais frutas; 23% andam colocando mais legumes no prato e 20% consumiram mais peixes. As crianças da casa, de acordo com os entrevistados, seguiriam essa dieta mais saudável junto aos pais.

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