Moradores voltam a reclamar de infestação de pombos nas escolas de Fernandópolis

FERNANDÓPOLIS – A prefeitura de Fernandópolis parece não estar empenhada em resolver a situação da proliferação de pombos nas escolas do município.

Desde julho de 2014, quando o RN começou a denunciar a infestação do animal em prédios públicos, vereadores já cobraram o poder público e outras reclamações foram recebidas por nossa reportagem.Mas até agora, quase um ano depois, o problema persiste, o que deixa principalment os pais de alunos revoltados.

Neliane Prado Braida, mãe de uma aluna da escola municipal Koei Arakaki, denunciou ao RN o descaso da prefeitura e praticamente implorou que a administração sane o problema o mais rápido possível.Confira o desabafo da nossa leitora:

“Venho aqui para falar mais uma vez sobre os pombos na Escola Koei Arakaki.Sou mãe de aluna, e nós pais já não sabemos o que fazer e que atitude tomar, pois, devido a feriados a situação é assustadora. Graças a Deus os funcionários são conscientes e não varrem as fezes e sim lavam todos os dias, até mais de uma vez por dia.Quem passa nos corredores das salas, tem que tomar muito cuidado para não acontecer de se sujar com o que vem de cima, pois até vários pais já levaram rajadas. É uma situação complicada, pois ali é uma ótima escola, só que essa questão atrapalha e muito, nossos filhos estão correndo risco de ficarem doente.Até quando vai essa situação? Vão esperar alguma criança ficar doente?

EM 2014, o vereador Ademir de Almeida cobrou a prefeita Ana Bim pela denúncia feita pelo RN. Nesse ano, o vereador Chico Arouca foi quem apresentou requerimento à chefe do Executivo.

Arouca requereu da prefeita Ana Bim informações a fim de esclarecer quais as providências estão sendo tomadas com relação à proliferação excessiva de pombos nas instalações das escolas municipais, notadamente nas EMEFs Koei Arakaki e Pedro Malavazzi.

Nesse meio tempo, uma “gambiarra”, com a colocação de telas, chegou a ser feita pela administração municipal, mas não surtiu efeito.

Alguns pais já cogitam a possibilidade de transferirem seus filhos para outra escola do município se a Prefeitura não tomar providências quanto ao ocorrido. Região Noroeste

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