Menores e acusados de assassinato de Demerval prestam depoimento em Fernandópolis

Agentes da DISE – Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes – ouvem neste momento, o trio de pessoas acusadas de assassinar a golpes de extintor o empresário Demerval dos Santos, no último dia 1 em Fernandópolis.

As primeiras informações que chegam da Policia Civil são a de que os agentes chegaram até os acusados através de uma denuncia anônima de trafico de drogas na periferia da cidade. Ligando informações do setor de inteligência da policia civil, foi constatado que o trio que estaria traficando também teria ligação com o assassinato de Demerval dos Santos. Nesta manhã (8) a operação foi deflagrada.

Na delegacia, segundo informações preliminares, a vitima e os três acusados teriam se conhecido no centro da cidade, onde Demerval com carro da cunhada teria demonstrado interesse pelos garotos e logo pararam para se conhecerem. Isso teria acontecido nas proximidades do centro da cidade.

Os acusados que estavam de bicicleta teriam deixado os veículos próximo a um supermercado na região central da cidade e partido com a vitima próximo a um lixão localizado nas proximidades do Conjunto Habitacional Jaime Leone com a promessa de favores sexuais.

O trio e a vitima teriam se desentendido no local e acabaram batendo e colocando a vitima no porta malas. Os acusados contam que houve luta corporal e revelaram que parte do sangue encontrado no local é de um dos acusados que acabou se ferindo com uma faca durante o entrevero.

Com a vitima presa, o trio seguiu até a estrada do Coqueiro onde ao abrirem o porta malas golpearam 6 vezes Demerval na região da face e da cabeça com um extintor de incêndio do carro, em seguida arrastaram o corpo e tentaram levar o carro que já estava preso pela lama no local.

Atualizado 15h

Agentes da Policia Civil que acompanham o desenrolar do “Caso Derna” chegaram a pouco minutos na sede da DISE para a apresentação de outro menor, acusado de comprar o relógio da vitima por R$ 100 dos criminosos.

Segundo estimam os agentes, com a apresentação dessa prova o entendimento legal do crime pode acabar se qualificando como latrocinio quando se mata com a intenção de roubar e não homicidio simples. (regiaonoroeste.com).

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