Menor que confessou assassinato de Rogerinho coloca fogo em cela da Cadeia Pública de Votuporanga

O adolescente G.A.G, vulgo “Gui” de 15 anos, autor do disparo que matou Rogério Alex Barbosa no último dia 09, no bairro Pozzobon, colocou fogo em dois colchões da cela da Cadeia Pública de Votuporanga, onde se encontra custodiado.
O autor do tiro que matou Rogerinho, foi detido nesta quarta-feira, dia 18, por policiais da DISE- Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes de Votuporanga.
Conforme informações da Delegacia Especializada, o menor ateou fogo em dois colchões da cela da Caadeia de Votuporanga, onde está à disposição da Justiça local.
O delegado, Dr. Antônio Marques do Nascimento, diretor-interino da Cadeia de Votuporanga, lavrou Boletim de Ocorrência de Ato Infracional por dano, desacato e resistência contra o menor, na DISE.
No dia da apreensão de G.A.G, foi encontrado com ele uma porção de maconha que estava no bolso de sua bermuda e também estava no mesmo local, A.O.G.S, vulgo “Nê”, de 18 anos, primo de “Gui”, que também participou do homicídio.
Na residencia também estava o irmão de “Gui”, R.S.G. vulgo “Monstrinho”, de 18 anos que também foi apreendido, pois, estava foragido de uma casa de custodia da cidade de Fernandópolis/SP.
O crime
Por volta das 19h10, do dia 09, um jovem de 28 anos foi morto com um tiro na cabeça, na rua João Ferreira do Nascimento, entre as ruas Antônio Galera Lopes e a Marcelino Pires Bueno, a um quarteirão de distância da Igreja Santa Joana Princesa, no bairro Pozzobon.

A vítima foi identificada como Rogério Alves Barbosa, conhecido como Rogerinho. Segundo informações apuradas pela reportagem no local dos fatos, o rapaz estava na varanda da casa de um amigo, quando chegaram por lá quatro indivíduos desconhecidos, em duas motocicletas.

Um dos motociclistas, armado com um revólver, esticou a mão sobre o muro e disparou. O tiro foi efetuado a menos de dois metros de distância e atingiu de forma certeira a cabeça da vítima, que veio a óbito no local.

Em seguida, os quatro indivíduos fugiram do local, sem que as placas dos veículos ou características físicas fossem anotadas. A vítima ainda foi socorrida por vizinhos, mas já era tarde demais. A Polícia Militar foi acionada a comparecer ao local, mas não encontrou pistas sobre o destino do assassino e dos comparsas.

A Polícia Civil e peritos do Instituto de Criminalística também foram acionados ao local. Por se tratar de uma área residencial, o crime chamou a atenção de um grande número de pessoas, o que dificultou o trabalho dos peritos, que tiveram que fechar o portão da casa com um plástico, para evitar os olhares de curiosos. (Jociano Garofolo – A Cidade – Da Redação)

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