Meninas envolvidas em agressão a estudante são apreendidas

A estudante que agrediu uma colega na saída da escola em Andradina e a menina que filmou a agressão foram apreendidas na última sexta-feira (26) pela polícia, por uma determinação da Justiça.

O vídeo da agressão ganhou as redes sociais e repercutiu na cidade.
Segundo a polícia, as duas meninas prestaram novo depoimento na Delegacia de Defesa da Mulher e foram apreendidas.

 

De acordo com a polícia, elas serão levadas para a cadeia de Pereira Barreto, onde há uma cela especial para menores de idade. Lá, elas vão ficar por cinco dias e aguardar por vagas em uma unidade da Fundação Casa para internação feminina. A menina que foi agredida voltou às aulas na última quarta-feira (24), mas no período diferente do que estudava.

O caso
Segundo a polícia, a agressão à menina de 12 anos na saída de aula da escola estadual João Brembati Caldoso foram feitas pela estudante de 14 anos na quarta-feira (17) e a outra adolescente, de 15 anos, que também estava no momento da briga, filmou tudo e colocou as imagens nas redes sociais. As cenas ganharam repercussão e impressionam pela violência praticada entre as garotas.

 
O pai da garota que foi agredida registrou dois boletins de ocorrência. Um deles no Plantão Policial da cidade e outro na Delegacia da Mulher.

 
Nas imagens é possível observar que a estudante, sem o uniforme escolar, puxa a vítima pelo cabelo e a joga no chão. A vítima é agredida com socos e chute. Em determinado momento, a estudante questiona o porquê está apanhando, mas as agressões continuam com ainda mais violência.

 
Segundo o que a agressora disse para a vítima, ela bateu porque foi vítima de racismo na escola. A vítima nega a versão apresentada pela agressora. O pai que teve a filha agredida informou no boletim de ocorrência que a menina está traumatizada com a atitude da colega de escola.

 
Segundo a Diretoria Regional de Ensino, os pais das meninas foram chamados na diretoria e receberam orientações de um professor mediador para evitar que o fato aconteça novamente. O Conselho Tutelar e a Promotoria da Infância e Juventude de Andradina disseram que não foram notificados sobre o caso.

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