Melhor defesa da 2ª fase promete anular ataque do Santo André

Se depender de Caio César, Paulo Henrique e Lucas Seixas equipe do ABC sai sem nenhum gol no Plínio Marin.

Se depender de Caio César, Paulo Henrique e Lucas Seixas, o ataque do Santo André sairá sem nenhum gol no confronto de amanhã, às 18h30, no Plínio Marin. A Votuporanguense, ao lado de Botafogo, tem a melhor defesa entre os 16 times que disputaram a 2ª fase da Copa Paulista. O CAV tomou apenas três gols em seis partidas. Com média de idade de 20,6 anos, o trio ainda é considerado umas das defesas mais novas da competição.

Caio César, o mais velho dos três, com 23 anos, fala do respeito e cobrança dos companheiros. “Aqui prevalece a amizade, estamos sempre nos cobrando em campo, mas nunca com falta de respeito entre um e outro”. Para ele, o entrosamento é a chave do sucesso para ter a melhor defesa da competição. “Estamos jogando juntos faz muito tempo. Um já se acostumou com o posicionamento do outro. A sequência de jogos nos deu ainda mais segurança”, disse o camisa 3, que esteve presente em todos os seis jogos da 2ª fase.

Natural de Cardoso, Paulo Henrique é a maior revelação do elenco nesta Copa Paulista. Com apenas 21 anos, o camisa 4 assumiu a vaga de titular e deu conta do recado. Expulso contra o Atlético Sorocaba, fora de casa, ele ficou de fora de apenas uma das partidas. “Conversamos bastante entre nós. Para mim, o ataque mais difícil de marcar até agora foi o da Ferroviária. Eles têm jogadores de qualidade na frente”, analisou o jogador.

Lucas Seixas, apesar de começar na reserva no confronto de amanhã, quase sempre entra no decorrer das partidas, além de já ter sido titular entre outras oportunidades. Nesta 2ª fase, quando acionado contra o Atlético Sorocaba, no Plínio Marin, ele entrou e não comprometeu no empate de 0 a 0. “Sempre que tenho oportunidade procuro entrar e fazer o melhor para ajudar meus companheiros. Nosso setor, como todo time, tem muita união”, afirmou.

Uma das principais críticas da torcida é em relação à estatura da defesa e a vulnerabilidade do setor em jogadas aéreas. Caio César rebate: “Não acho que isto seja um problema. Compensamos em posicionamento. Estando bem posicionado, não existe vulnerabilidade”, explicou. Fábio Ferreira/A Cidade

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