Médico acusado de crime tenta liberdade provisória

O desembargador Amable Lopez Soto, da 7ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, julgou prejudicado um Habeas Corpus, impetrado pelo advogado Marcelo Henrique Alves Ribeiro, a favor do ex-presidente da Unimed de Fernandópolis, Jarbas Alves Teixeria, acusado de tentativa de homicídio contra o também médico Orlando Cândido Rosa.

O advogado impetrou uma ordem de habeas corpus, com pedido de liminar, apontando como autoridade Juiz de Direito da 2ª Vara Criminal da Comarca de Fernandópolis, Vinicius Castrequini a favor de Jarbas Alves Teixeira. Alegou, em síntese, ilegalidade na decisão que decretou sua prisão temporária, notadamente pela ausência dos pressupostos e por se tratar de réu idoso portador de doença grave.

Alternativamente requereu, caso fosse convertida a prisão em preventiva, sua revogação ante o preenchimento dos requisitos da liberdade provisória.
Depois de prestadas as informações da autoridade coatora a liminar foi deferida para que o réu permanecesse recolhido em prisão domiciliar. Após a Procuradoria de Justiça deu parecer no sentido de julgar prejudicado o pedido
Em janeiro, informou que magistrado deferiu a liberdade provisória ao paciente impondo-lhe algumas condições

“É pedido inicial encontra-se prejudicado.É que a causa do constrangimento. O médico estava em sua manutenção no cárcere, notadamente ante a sua saúde frágil. Ocorre que, segundo as informações prestadas pelo próprio impetrante, foi deferida sua liberdade provisória sem fiança, não havendo mais qualquer constrangimento.frente ao exposto, pelo meu voto, dou por prejudicado o habeas corpus ora proposto”,ratificou o desembargador .

O médico oftalmologista e ex presidente da Unimed de Fernandópolis Jarbas Alves Teixeira, 69 anos, foi preso no dia 8 de novembro, acusado de envolvimento na tentativa de homicídio contra o clínico geral Orlando Cândido Rosa, 65 anos, no dia 12 de junho. Rosa foi atingido por um motoqueiro com um tiro no tórax ao chegar em casa, o bairro Santa Helena. Ele foi socorrido, passou por cirurgia e se recupera bem.

Outras quatro pessoas continuam presas presas suspeitas de envolvimento no atentado: Sueli Longo Teixeira, mulher do médico, dois funcionários da Unimed, o motorista dele, Ronaldo Henrique Mota Barbuglio e . Também foram presos temporariamemte, os suspeitos de terem feito os disparos contra o clínico geral, Lucas Simões Cruz e Rodrigo Marcos Sampaio. EthosOnline

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