Mazinho Sartori, 40 anos de dedicação à música

Músico, maestro, professor, esse é Vilmar Sartori, conhecido co-mo Mazinho. Nascido em Neves Paulista, foi criado em Votuporanga, cidade de onde saiu para se aperfeiçoar profissionalmente e, agora, está de volta para realizar diversos projetos.

Mazinho fez parte da fundação da Corporação Musical Zequinha de Abreu, quando, aos 8 anos de idade, já arriscava tocar ao lado de seu pai, José Sartori, quando o maestro era José Alcebíades dos Santos, isso na década de 1.970. Inspirado pelo músico Tesourinha, Mazinho se apaixonou pelo saxofone. Área em que se dedicou.
No ano de 1.982,  conquistou uma bolsa do governo do Estado para estudar no Conservatório de Música de Tatuí, onde permaneceu por seis anos e foi contratado como professor. Participou de bandas, musicais, orquestras sinfônicas, tanto como músico quanto como regente. Entre os anos de 1.993 e 1.998, fez a graduação em música pela Unicamp. Em 2.011, iniciou o mestrado, concluído em 2.013.
Entre os seus projetos, estão reformular cursos da área de sopro e musicalização infantil de uma escola de música particular da cidade, além de ajudar na criação da orquestra sinfônica de Votuporanga. Ele também já atua no projeto “Canto Feliz”, do Lar Celina.
“Tenho o sonho de aproximar a criança e o jovem da música. A gente percebe que os municípios têm projetos que envolvem os mais novos, enquanto ainda estão na fase escolar. Depois deste período, seguem na música somente por vontade própria. Tenho o desejo de integrar todo mundo em um grande trabalho musical. Cidades da região já montaram suas orquestras sinfônicas, Votuporanga está em um momento tão especial, de nível de desenvolvimento tão significativo, que a cultura também deve acompanhar este processo. Quero contribuir com a bagagem que adquiri”, disse.
Mazinho explicou que os primeiros contatos com os instrumentos musicais devem começar bem cedo.
Com o saxofone, a partir dos 6 anos de idade, com a flauta, já aos 4 anos.
“A música é fundamental, a partir da infância, para desenvolver a concentração, equilíbrio, coordenação motora, disciplina e vivência social. O cidadão torna-se mais completo e com autoconfiança”, explicou Mazinho.  A Cidade

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