Mato alto na beira da rodovia Euclides da Cunha atrapalha visibilidade de motoristas

Na maior parte do trecho da rodovia Euclides da Cunha (SP-320) entre Fernandópolis e Votuporanga é possível ver que o mato na beira da pista está alto, atrapalhando a visibilidade dos motoristas.

Muitas placas de sinalização estão parcialmente escondidas e isso pode trazer grandes riscos para os condutores que trafegam pela rodovia, que, atualmente, está na fase final de duplicação.

De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), a roçada do mato é feita periodicamente por uma empresa terceirizada, contratada através de procedimento licitatório. O DER, ainda, explica que a roçada é feita em média a cada 40 dias. Os trechos são divididos por quilometragem e a empresa vai fazendo o serviço, quando termina o último pedaço, volta para o primeiro.

No entanto, alguns motoristas, que utilizam a referida rodovia regulamente, comentam que a conservação está demorando um pouco mais para acontecer. É o caso do representante comercial Olavo Queirine, de 29 anos, usuário da pista pelo menos três vezes durante a semana.

“Dirijo pela pista quase todos os dias e observo que não é somente o trecho entre Fernandópolis e Votuporanga que está com o mato alto na beira. Entre Cosmorama e Tanabi, a situação está um pouco mais complicada. Isso é um perigo para a nossa segurança”, destacou Queirine.

CUIDADO

Como sempre, o pedido é para que os motoristas tenham cautela, buscando evitar acidentes. O escritório regional do DER informa que, em casos como este (mato alto), o motorista pode entrar em contato com o departamento para informar a situação.

Entretanto, o DER destaca que há pessoas responsáveis por transitar diariamente pela rodovia e identificar problemas e irregularidades nas vias. Breno Guarnieri-Jornal do Interior

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