Maioria da população terá entre 40 e 59 anos

Dados apresentados pela Fundação Seade no dia 20 de maio mostram que a cidade deve ficar mais velha em breve

A população de Votuporanga vai envelhecer,a informação é da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados). Os números foram publicados no dia 20 de maio e mostram que em 2030 a cidade terá 30,7% de seus moradores com idades entre 40 e 59 anos.

A realidade de hoje é bem diferente, para julho deste ano, a projeção da Fundação Seade é que a cidade tenha a maior parte dos moradores na fase mais produtiva, entre 20 e 39 anos, são 29.138 pessoas, representando 32,9%; de 0 a 19 anos são 20.234 (22,8%); de entre 40 a 59 são 24.582 (27,7%) e acima de 60 anos, 14.523 (16,4%), totalizando 88.477.

Para 2030, os números chamam atenção para investimento do município em atividades para as pessoas aposentadas ou que estão se preparando para este momento. O envelhecimento da população exige melhorias na saúde, lazer, assistência social, especialmente.

Em 2030, a cidade deve ter 18.239 (19,2%) pessoas com idades entre 0 e 19 anos; 24.650 (26%) entre 20 e 39; 29.083 (30,7%) de 40 a 59; e 22.534 (23,8%) acima de 60.

Frijan

Dados da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) tranquilizam o município ao apontarem que Votuporanga é a 6ª cidade mais desenvolvida do Brasil, com um índice de 0,9016.

A Firjan busca monitorar anualmente o desenvolvimento socioeconômico brasileiro em cada cidade. A pesquisa avalia a criação de empregos, as condições de saúde e o nível da educação.

Ainda conforme as estatísticas, o resultado da cidade está acima da média nacional, que é de 0,7320. Votuporanga evoluiu em todos os quesitos: emprego e renda, educação e saúde e todos são considerados de alto desenvolvimento. No item Emprego, Votuporanga obteve o índice 0,8317. São avaliados os seguintes aspectos: geração de emprego formal, absorção de mão de obra local, geração de renda formal, salários médios do emprego formal e desigualdade. Eles tiveram como fonte o Ministério do Trabalho e Emprego. No mesmo período de 2010, foi constatado índice em 0,8134.

Na Educação, foram avaliados os seguintes pontos: matrículas na educação infantil, abandono do ensino fundamental, distorção idade­série no ensino fundamental, docentes com ensino superior no ensino fundamental, média de horas/aula diárias no ensino fundamental e resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O índice foi de 0,9430, enquanto em 2010 era de 0,9229.

Já na Saúde, o índice foi de 0,9300, enquanto em 2010, era 0,9066. Foram levados em consideração o número de consultas pré­natal, os óbitos por causas mal definidas, os óbitos infantis por causas evitáveis e a internação sensível à atenção básica. Leidiane Sabino/A Cidade

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