“Lixão” chama atenção no bairro Santa Felícia

Descarte irregular pode causar diversos problemas para a população como entupimento de galerias pluviais e contaminação do solo

O descarte irregular de entulhos no bairro Santa Felícia chama a atenção de todos que passam na rua Arquimedes Brunini, no cruzamento com a rua Angelo Petenucci. No local, vários objetos deixados pelos moradores. A situação está preocupante, com mau cheiro e muito lixo doméstico.

Os moradores reclamaram da condição e pediram providências. A reportagem do jornal A Cidade entrou em contato com a Saev Ambiental, que informou que o departamento de fiscalização da Prefeitura de Votuporanga já fez um trabalho de conscientização com os moradores do entorno, inclusive notificando os mesmos. 
No entanto, para que a multa seja aplicada, há necessidade de flagrante, ou denúncia formal (que pode ser de munícipes), o que não aconteceu.
A autarquia frisou que esta prática é crime, passível de multa quando identificado o infrator. O valor é estipulado no artigo 146 da lei nº 4877 de 07 de dezembro de 2010, que alterou a Lei 1595 de 1977 (Código de Posturas do Município de Votuporanga), sendo no valor de 140 UFM’s, que corresponde atualmente a R$ 385,63.
A Saev frisou que o descarte irregular de resíduos realizado em margens de rios, córregos, nascentes, lotes vagos, passeios e áreas não autorizadas, pode causar diversos problemas para a população, como, por exemplo, entupimento de galerias pluviais (causando enchentes em épocas de chuva), proliferação de vetores como ratos e baratas, propagação de doenças infecciosas, contaminação do solo e águas, entre outros problemas. 
Segundo o superintendente da autarquia, Oscar Guarizo, o “lixão” pode prejudicar a água do Córrego das Palmeiras.
Ecotudo

A Saev orienta os moradores a utilizar o Ecotudo para descartar todo tipo de resíduos domiciliares, além de empresas especializadas em certos tipos de resíduos. Também são orientados quanto à existência de multa para descarte irregular.
Segundo balanço, somente este ano, o Ecotudo já recebeu 1.081 toneladas de materiais. Quantia maior do que no mesmo período do ano passado, o total foi de 1.068 toneladas. Andressa Aoki/A Cidade

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