Justiça quebra sigilo telefônico de mulher desaparecida

A polícia pediu para a Justiça a quebra do sigilo telefônico da professora Fabiana Cristina de Paula, de 36 anos, desaparecida há 17 dias em Catanduva(SP). Pelo rastreamento feito, descobriu-se que o aparelho esteve no mesmo local onde o carro foi localizado, no meio de uma mata, entre as cidades de Novaes (SP) e Catanduva.

O problema é que o celular também está desaparecido. Já o resultado da perícia técnica mais detalhada, feita no veículo dela, deve ficar pronto nos próximos dias. Não há sinais de violência nem sangue dentro do carro da professora.

Outra pista importante são as imagens do circuito interno de segurança do bar onde Fabiana foi vista pela última vez. A polícia não divulga a gravação, e tenta agora identificar as pessoas que aparecem saindo do bar com ela.

Fabiana desapareceu no sábado (27). Ela mora com os dois filhos em uma casa, que segundo a polícia, tudo indica que ela esteve no local depois do bar e ficou até a tarde do dia seguinte. O delegado que cuida do caso já ouviu oito pessoas entre parentes, amigos e o ex-marido da professora.

Já são quase 20 dias desde o desaparecimento da professora. A polícia intensificou as investigações: conforme o tempo passa, fica mais difícil obter novas pistas. O ex-marido disse à polícia que não tem nenhum conhecimento do desaparecimento de Fabiana. Os dois filhos agora estão com ele.

Entenda o caso
Fabiana Cristina de Paula, de 36 anos, desapareceu no sábado (27). Mãe de dois filhos, ela foi vista na última vez em um estabelecimento no Centro da cidade, no dia 26 de julho. Saiu do local acompanhada de dois homens e uma mulher e fez contato com os amigos no dia seguinte. Depois disso, sumiu.

Após uma semana, investigadores usaram um avião para fazer buscas e ajudar na localização do carro da professora. De acordo com a polícia, o monomotor sobrevoou toda a região usando a rota baseada em informações de familiares, por onde Fabiana poderia ter passado.

O carro dela foi encontrado no domingo (4) próximo a uma mata, entre Novaes (SP) e Catanduva. O veículo, segundo o delegado responsável, não apresentava vestígios, nem havia sangue. Cães farejadores foram usados para procurar possíveis indícios, mas nada foi encontrado. A polícia trabalha com várias linhas de investigação e não divulga nomes de suspeitos.

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