Justiça nega soltura de membros de quadrilha que aplicou golpes

A juíza da 3º Vara Criminal em Rio Preto Carolina Marchiori Bueno Cocenzo negou o recurso da defesa que pedia a revogação da prisão preventiva, contra os dois homens acusados no esquema de formação de quadrilha iniciado em Bauru-SP.
Cinco pessoas são investigadas por aplicar golpes e as vítimas ultrapassam mais de 20, investigações do 1º distrito policial descobriram que parte do bando estavam em Rio Preto e acabaram presos em flagrante com um caminhão de mercadorias.

Segundo a Polícia Civil os criminosos conseguiram abrir uma empresa de fachada adquiriam os produtos de outros comerciantes logo depois partiam sem pagar os objetos, entre os quais havia alimentos, artigos de limpeza e até um conversor de energia elétrica eram revendidos em outra cidade.

“Não há a mínima condição para a revogação da prisão preventiva/ liberdade provisória e sequer para a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão, devendo ser mantida a custódia para a garantia da ordem pública, da instrução criminal e da aplicação da lei penal, sendo irrelevante que os indicados tenham endereços fixo ou sejam primários”, disse a magistrada ao fundamentar a decisão.

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