Justiça manda soltar acusado de participação na morte de Kelly

A Justiça determinou a soltura de um dos acusados de participar do assassinato de Kelly Cadamuro, em novembro do ano passado. A soltura foi realizada no último dia 13, mas só agora foi divulgada.

De acordo com a decisão, Wander Luís Cunha teve direito à liberdade condicional, pois chegou ao fim o prazo de prisão temporária.

O acusado foi preso pela Caep, Companhia de Ações Especiais da Polícia Militar, depois de rastreamento do localizador do celular da vítima. Ele também estava com os quatro pneus do carro de Kelly.

De acordo com a advogado da família de Kelly, Jorge Argemiro, a soltura já era esperada desde a última audiência do caso, realizada na quarta-feira (08), quando três testemunhas do caso foram ouvidas pela 3ª Vara Criminal de Rio Preto. “Até que perdurou por mais de dois meses e agora que eles conseguiram ser soltos por falta de provas. O Daniel [Teodoro da Silva] só não foi solto porque tem outro processo. Pela situação, ele [Wander] já pode responder o processo em liberdade até a publicação da sentença”, explicou.

O corpo de Kelly Cadamuro foi encontrado em um córrego entre as cidades de Frutal e Itapagipe, em Minas Gerais, com sinais de estrangulamento. Ela sumiu durante uma viagem de Rio Preto a Itapagipe, em 1º de novembro de 2017. Kelly viajava acompanhada de Jonathan Pereira do Prado, desconhecido que pediu carona em um grupo de caronas no WhatsApp.

Os acusados respondem pelos crimes de latrocínio, que é roubo seguido de morte, estupro, ocultação de cadáver, fraude processual e receptação. Somadas, as penas podem chegar a 50 anos de prisão.

 

DHoje Interior

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