Justiça de Votuporanga decreta a prisão de “Barba”

Foi decretada a prisão temporária do segurança Rogério Pereira do Nascimento, o conhecido “Barba”, suspeito pela morte do comerciante André Luiz Molina, proprietário da loja de conveniência Portugal, defronte a praça São Bento, em Votuporanga. O crime aconteceu na noite do último domingo.

A prisão foi decretada pelo juiz titular da 5ª Vara da Comarca de Votuporanga, Antonio Carlos Francisco, que acatou o pedido do delegado titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) João Donizetei Rossini.

O promotor de Justiça Cléber Takashi Murakawa, analisou o inquérito policial antes da apresentação do acusado “Barba” À polícia, ocorrido na última quarta-feira, na DIG.

Ao se apresentar na delegacia acompanhado de seus advogados, o acusado teria confessado a autoria do crime, alegando legítima defesa.

Policiais da especializada, sob o comando do delegado Rossini estão empenhados na captura de “Barba”, que já pode ser considerado um foragido da justiça.

O promotor ressalta que as provas contidas no inquérito policial descartam a hipótese alegada pelo acusado de legítima defesa. Para o representante do Ministério Público, a quantidade de facadas desferidas contra o comerciante com golpes na nunca e nas costas, afastam a possibilidade de legítima defesa.

Em entrevista ao Votunews, um dos advogados de defesa, Douglas Teodoro Fontes, explicou que ainda não teve acesso ao mandado de prisão temporária, o que deverá ocorrer na tarde desta sexta-feira. Segundo ele, após a análise das justificativas apresentadas pela Justiça para o pedido de prisão temporária é que a defesa agirá.

O advogado disse ainda que não há interesse da defesa no sumiço de “Barba”, que se encontra foragido. Para ele, logo que a defesa for notificada do pedido de prisão temporária, entrará com recurso com a revogação da prisão. Caso seja negado, a defesa irá protocolar o pedido de Habeas Corpus  junto ao Tribunal de Justiça, em São Paulo. “Não temos interesse nenhum em que nosso cliente não se apresente à polícia, vamos analisar esse pedido de prisão temporária”, disse o advogado Douglas Fontes.

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