Juiz sorteia jurados para dois casos de homicídio

Vinte e cinco nomes serão escolhidos para a formação dos conselhos de sentença para próximos julgamentos da Comarca

Acontece hoje, às 13h15, na Sala de Audiências da Primeira Vara, no Fórum da Comarca de Votuporanga, o sorteio de jurados que participarão da formação dos conselhos de sentença dos dois próximos júris populares no Tribunal do Fórum. Entre os casos que serão julgados, no próximo mês, está o assassinato de Eliton Miranda Passos, o gari conhecido por “Butiquim”.

Os trabalhos de sorteio devem ser realizados pelo juiz de direito Jorge Canil. Serão sorteados 25 nomes de pessoas da sociedade civil, que constam no rol do Corpo de Jurados da Comarca. Esses escolhidos deverão comparecer no tribunal nos dias 7 e 14 de novembro. Caso faltem, sem justificativa previamente anunciada e bem argumentada, responderão à Justiça.

Entre os dois próximos júris populares agendados para acontecer em Votuporanga, o primeiro será no dia 7 de novembro, às 9h. Trata-se do assassinato de Eliton Miranda Passos, conhecido por “Butiquim”, morto a tiros pelo marido da ex-mulher dele, Sócrates Washington Pires de Souza.

Segundo o Ministério Público, Sócrates, agindo por motivo torpe, desferiu cinco tiros contra Eliton, causando-lhe a morte.

“Butiquim” foi morto na noite de 7 de março de 2012 no bairro Palmeiras I. Segundo a polícia, Sócrates era o marido da ex-mulher de “Butiquim” e, após uma briga entre os dois, teria disparado os cinco tiros que mataram a vítima.

Outro júri

No dia 14 de novembro, também às 9h, Lueni Alves Coelho vai ao banco dos réus, acusada de aplicar quatro golpes de faca que tiraram a vida de Maria Luiza Cabral de Souza, de 51 anos de idade. O motivo do crime seria uma discussão causada por fofocas de um suposto caso amoroso entre uma delas com o ex-companheiro da outra.

Segundo a denúncia do Ministério Público, representado pelo promotor Eduardo Boiati, o crime aconteceu no dia 18 de setembro de 2012, na rua Deoclécio Lasso. Para a acusação, o crime aconteceu por motivo fútil, utilizando-se de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. Jociano Garofolo/A Cidade

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