Juiz remete autos para confirmar etapa de julgamento de homicídio

O juiz da 1ª Vara Criminal de Fernandópolis, Luiz Arnaldo Zasso Valderama, determinou a redistribuição dos autos à 2ª Vara Criminal de Fernandópolis, para a próxima etapa do julgamento de Danilo Sérgio de Castro Junior e Caio Cesar Gastardello Ruiz.
Os dois são os principais suspeitos de matar um jovem de Votuporanga.

O magistrado já havia pronunciado os dois dados Ação Penal – Procedimento Ordinário – Homicídio Qualificado – Danilo Sérgio de para que sejam submetidos a julgamento pelo Tribunal do Júri; Danilo qualificado nos autos, como incurso no art. 121, § 2º, inc. II e IV, do Código Penal, e o réu Caio Cesar Gastardello Ruiz,qualificado nos autos, como incurso no art. 121, § 2º, inc. II e IV, c.c. art. 14, inc. II, todos do Código Penal. Também foi indeferido o direito deles aguardar o julgamento em liberdade porque permanecem incólumes os fundamentos da prisão preventiva.

“Existem fundamentos concretos e suficientes para justificar a privação processual da liberdade, nos termos do art. 312 do CPP, diante da necessidade de garantir a ordem pública em razão da periculosidade dos agentes, cujos argumentos foram expostos na decisão que decretou a prisão. Recomende-se-os na prisão.Por ora, não se lance o nome dos pronunciados no rol dos culpados, tendo em vista a presunção constitucional de inocência”, escreveu o magistrado. O juri será presidido pelo juiz da 2ª Vara Criminal Vinicius Castrequini.

O CASO 

Luís Cláudio de Assis Oliveira, de 22 anos, encarregado de uma fábrica de móveis,, foi morto nas imediações do Buteko Santo Antônio, localizado na Avenida dos Arnaldos, região central de Fernandópolis.

Dois golpes foram desferidos com uma faca e atingiram a região do tórax da vítima, no centro do peito e no lado direito de seu corpo. Uma segunda vítima,de 23 anos, que acompanhava Luís Cláudio e também é de Votuporanga, foi internada na Santa Casa de Fernandópolis.

O rapaz se recuperou do ferimento e teve alta médica dias depois. O que se apurou é que toda a confusão começou com um “esbarrão” entre a vítima e um jovem que estava acompanhado por alguns amigos, ainda dentro do estabelecimento, que possuía um segurança naquele momento. Nesta primeira briga, garrafadas, chutes, cadeiradas, empurrões e socos foram desferidos, mas foi “tudo muito rápido”.

Logo em seguida, as duas “turmas” envolvidas pagaram suas contas e foram para o lado de fora do bar, quando novamente trocaram agressões, que culminou com a morte do rapaz de Votuporanga. EthosOnline

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