Jovens do Tiro de Guerra são presos após roubo em posto

Dois atiradores do Tiro de Guerra de Mirassol foram presos pela Polícia Militar acusados de roubar R$ 119 de um posto de combustível, localizado na avenida Ernani Pires Domingues, no bairro Eldorado, em Rio Preto.

 

Guilherme Henrique da Silva, 20 anos, e Joel Batista Rosa Junior, 19 anos, teriam cometido o crime com uma moto e um revólver calibre 32 emprestados de um terceiro atirador, o estudante Marcelo Gandolfo, 20 anos, que também foi preso acusado de ter facilitado o crime.

 

De acordo com informações da polícia, Silva e Rosa Junior estavam em uma Honda CG Titan, anunciaram o assalto, ameaçando o frentista O.P.A., 30 anos, com um revólver. Eles pegaram todo o dinheiro que estava no bolso do frentista. Após a fuga dos acusados, uma viatura da polícia passou pelo local e foi chamada pelos funcionários do posto.

 

Em patrulhamento pela região, os policiais localizaram a moto, através da placa DVW-0081, indicada pelo frentista. Durante a fuga, a dupla abandonou a arma usada no crime. Silva e Rosa Junior confessaram o roubo e indicaram o local em que a arma foi jogada. A vítima reconheceu os dois acusados como autores do crime.

A polícia identificou que a arma utilizada no assalto pertencia ao avô de Gandolfo, que também supostamente emprestou a moto dele para o crime. Em depoimento à polícia, Silva afirmou que Gandolfo sabia que o crime seria cometido e emprestou o veículo e a arma, e em troca ficaria com uma parte do dinheiro roubado, que seria dividido entre os três. Gandolfo negou.

 

O subtenente responsável pelo Tiro de Guerra de Mirassol, Maurício Sousa Gomes de Oliveira, afirmou que a prisão dos atiradores surpreendeu o batalhão, já que os jovens tinham bom comportamento. “O Exército prega valores, princípios e atitudes que não condizem com esse comportamento”, disse o subtenente.

 

Os três iniciaram o serviço militar no dia 1° de março e estava previsto para ser dispensados no próximo dia 30. Eles foram transferidos para o Batalhão do Exército em Lins. Ainda de acordo com o subtenente, os atiradores vão responder pelo crime na Justiça comum e também vão ser investigados pela Justiça militar. “Eles só serão transferidos para a unidade prisional civil (cadeia) quando forem licenciados além da disciplina militar, que pode ser a expulsão do Exército”, afirmou. diarioweb.com

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