Investidor estrangeiro poderá assumir o clube Água Viva

FERNANDÓPOLIS – Dentro de alguns meses, o Água Viva Thermas Clube, em Fernandópolis, poderá ser adquirido por um investidor estrangeiro.

O clube, que tem valor inicial de R$ 13 milhões, irá a leilão em até 60 dias.Os interessados já até conheceram as dependências do Thermas e se mostraram dispostos a pagar o valor previsto.

Em grave situação financeira, o Água Viva conta com um novo administrador judicial, o contador Marcos Antônio Fonte, que foi nomeado recentemente pelo juiz titular da 1ª Vara Cível de Fernandópolis, Fabiano da Silva Moreno.Ele substitui o advogado Antônio Carlos Cantarela, que teve de se afastar por problemas de saúde.

Atualmente, o clube tem um déficit mensal de 50%, e conta com 2 mil associados, porém, apenas 370 estão ativos, devido à inadimplência.

RECUPERAÇÃO JUDICIAL

O Thermas do Anhanguera(Água Viva) ingressou com pedido de recuperação judicial para normatizar os débitos. Com a Fazenda Municipal, os débitos, segundo o Tribunal de Justiça (TJ-SP) são de R$ 1,3 milhão além de R$ 188 mil em execuções ficais propostas pela Prefeitura. Já a divida trabalhista, com os 23 funcionários, os valores contabilizaram R$ 766 mil. Em abril de 2012, a Justiça do Trabalho afastou a diretoria do clube, em virtude a débitos trabalhistas não cumpridos a 42 ex-empregados.

Também por meio de despacho a Justiça atestou que o clube Thermas do Anhanguera S.A., como processo de recuperação judicial, comprove a regularidade fiscal mediante aos autos das certidões competentes, ou comprovante de deferimento de inclusão do REFIS (Programa de Recuperação Fiscal), no prazo de 20 dias.

A empresa ingressou com pedido de recuperação judicial para normatizar os débitos. Com a Fazenda Municipal , os débitos, segundo o Tribunal de Justiça (TJ-SP) são de R$1.239.208,68 além de R$ 65.892,61 e R$ 120.755,73, em execuções ficais propostas pela Prefeitura. Já a divida trabalhista, com cerca de 23 funcionários, os valores contabilizaram R$ 765.936,33 Em abril de 2012, a Justiça do Trabalho afastou a diretoria do clube, em virtude a débitos trabalhistas não cumpridos a 42 ex-empregados.O débito passa dos R$ 7 milhões.

Região Noroeste

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