Internet brasileira ganha órgão autorregulador

Da Redação

Para colocar ordem na casa, entra em funcionamento ainda este ano um órgão privado que pretende autorregular a internet brasileira.

A ideia é transformar a rede daqui numa grande sala de discussões, sobre a qual você, ouvinte, poderá opinar junto com governo, empresas e outras organizações.

É o que pretende a Agência Nacional de Autorregulação da Internet, a Anarnet.

O funcionamento disso na prática, no entanto, permanece em sigilo.

O exemplo mais próximo é o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, o Conar. O órgão ajuda a manter o mercado de propaganda nos eixos sem a necessidade de intervenção do Estado. Ele recebe, analisa e julga reclamações sobre campanhas publicitárias e ainda recomenda que algo seja tirado do ar.

Para se ter uma ideia do respeito que o Conar tem, a agência responsável obedece mesmo sabendo que não há qualquer poder jurídico envolvido.

Junto com a nova lei de crimes digitais no País, que entrou em vigor nesta última terça-feira, a Agência Nacional de Autorregulação da Internet pretende deixar a rede brasileira mais democrática.

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