Homem é internado após picada de escorpião-amarelo em Araçatuba

Um homem de 74 anos foi internado no pronto-socorro da Santa Casa de Araçatuba na segunda-feira (14), após ser picado por um escorpião-amarelo.

A vítima informou à equipe médica que estava carpindo o quintal da residência e, ao levantar uma tábua, foi ferroado pelo escorpião. De acordo com a polícia, o homem recebeu alta após ser medicado e passa bem.

Segundo os médicos, é justamente a Santa Casa de Araçatuba que as vítimas de picadas de escorpião devem procurar. O hospital é a referência no socorro desses casos, já que é o único lugar da região que tem o soro contra o veneno do bicho.

Mas, além de procurar o lugar adequado para serem medicados, os moradores devem tomar cuidados que podem evitar a proliferação do aracnídeo.

Dados da Prefeitura de Araçatuba mostram que foram registrados 65 casos de picada de escorpião até agora em 2013, contra 156 casos em todo o ano de 2012.

Confira as dicas:
– Mantenha limpos os locais próximos a residências evitando acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção;
– Mantenha a casa livre de baratas, que são um dos principais alimentos dos escorpiões nos centros urbanos.
– Não coloque mãos e pés dentro de buracos, montes de pedras ou lenhas;
– Use sempre calçados e luvas nas atividades rurais ou de jardinagem;
– Sacuda e examine calçados e roupas antes de usar;
– Use telas e vedantes em portas e janelas;
– Use ralos protetores;
– Mantenha as camas a uma distância mínima de 10 cm das paredes.

Se um acidente com escorpiões ocorrer, primeiro deve-se evitar o pânico, lavar o local com água e sabão, aplicar compressas de água fria e procurar um médico. O ser humano, após ser picado, pode ter hipotermia ou hipertermia, sudorese profunda, visão embaçada, náuseas, vômitos, dor abdominal, diarréia, arritmias cardíacas, choque, taquipnéia, edema pulmonar agudo, agitação, sonolência, confusões mentais e tremores, além de inchaço e vermelhidão no local da picada.

O tratamento consiste na aplicação local da ferroada de um anestésico (lidocaína a 2%) e soro antiescorpiônico (obtido de escorpiões vivos). O tratamento deve ser hospitalar, de preferência com a apresentação do escorpião para facilitar o diagnóstico e o tratamento. G1

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