Grupo Sempre Vivas faz doações para Santa Casa

Integrantes entregaram 55 fronhas e 45 lençóis, que serão utilizados na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital

O grupo Sempre Vivas tem a solidariedade como missão. As integrantes estiveram na Santa Casa de Votuporanga para uma doação especial. Elas entregaram 45 lençóis e 55 fronhas, que foram direcionados para o setor de Hotelaria da Instituição.
Celia Beretta esteve acompanhada de Angelina Gil, Regina Celia Veiga Olivi Correa, Áurea Thereza Machado e Isabel Martins Viscardi, representando o grupo formado por 25 mulheres. “Todos os meses arrecadamos uma quantia em dinheiro e destinamos para alguma entidade. Em dezembro, ao fazermos nosso encontro, propus Amigo Secreto diferenciado. O valor de R$30 foi direcionado para a doação ao Hospital, ampliando ainda mais a receita. Também uni com as contribuições de janeiro e, assim, compramos 90 metros de tecido”, contou Celia.
Angelina destacou que o grupo se dedicou. “Todas costuraram lençóis, visando o melhor para os pacientes. Colocamos as máquinas de costura para funcionar”, afirmou.
O provedor Luiz Fernando Góes Liévana recepcionou as mulheres. Ele apresentou dados do complexo formado por Hospital, SanSaúde, Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs) de Votuporanga, Jales e Santa Fé do Sul, Consultórios Municipais, Farmácia de Alto Custo, Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu),  Mini-Hospital “Fortunata Germano Pozzobon”, Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), Serviço de Atendimento Especializado (SAE), CAPS AD – Álcool e Drogas e Policlínica. Somente no ano passado, foram realizados 2.251.264 atendimentos.
Luiz Fernando enfatizou 1,2 toneladas de roupas são lavadas por dia na Santa Casa. “Nossa demanda é muito grande e só temos a agradecer o grupo por essa contribuição que, com certeza, fará a diferença para os pacientes”, disse.
Os lençóis serão utilizados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) geral do Hospital. A gerente de Hotelaria, Carla Angélica Cândido,  apontou os desafios do setor. “Utilizamos muitos enxovais e ainda temos um grande número de evasão. Temos pessoas que levam os lençóis identificados pela Instituição para casa, prejudicando todo o andamento. Por isso, estas doações são fundamentais para nós”, finalizou.

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