Grupo do Câncer promove palestra de prevenção e orientações sobre a doença

Evento será a partir das 20 horas, no anfiteatro da Paróquia Santa Luzia, com o médico oncologista de São José do Rio Preto, José Altino

 

Com o objetivo de conscientizar, prevenir a população contra o câncer e diminuir as atuais estatísticas da doença, foi criado pelo Ministério da Saúde (MS) o Dia Nacional de Combate ao Câncer, lembrado em 27 de novembro. Em Votuporanga, para também lembrar a data, o Grupo do Câncer promove hoje, a partir das 20 horas, no anfiteatro da Paróquia Santa Luzia, uma palestra com o médico oncologista de São José do Rio Preto, José Altino.

O evento é gratuito e aberto para toda a população. “O Grupo é uma unidade que atende as famílias que estão passando por tratamento de câncer, além desse trabalho de auxílio, nos preocupamos com a prevenção, então estamos promovendo esse evento tanto para os atendidos, como população, para levar mais informações de prevenção. Esse é nosso foco”, destaca a assistente social do Grupo, Gislaine Oliveira.

A assistente social ressalta ainda os métodos de prevenção que serão discutidos na palestra. “A prevenção é fazer exames de rotinas, sempre passando pelo médico, se surgiu algo estranho no corpo fazer o exame, pois a doença pode ser causada devido ao emocional, alimentação, estresse, problemas familiares, entre outros conflitos.”

O palestrante José Altino é oncologista clínico, formado pelo Hospital A.C. Camargo de São Paulo, mestre pela Famerp, com foco em câncer de mama. Também atua como coordenador do programa de residência médica em cancerologia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Jose do Rio Preto.

O anfiteatro da Paróquia Santa Luzia fica na rua São Paulo, 4521.

 

Dados

Provocador de cerca de oito milhões de mortes no mundo e com estimativa de crescimento, o câncer ainda é uma doença pouco conhecida pelas pessoas. No ano passado, no Brasil, uma média de 519 mil pessoas morreram em virtude da doença e, até o fim deste ano, 500 mil novos casos de câncer serão descobertos no país segundo dados do MS.

E esses números poderiam ser bem menores. De acordo com estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca), um terço dessas mortes no mundo poderia ter sido evitado com mais prevenção, detecção precoce e acesso aos tratamentos existentes. Os métodos mais usados no Brasil são as cirurgias, quimioterapias e radioterapias, que nem sempre resolvem o problema e causam muitos efeitos colaterais, acompanhados da baixa da qualidade de vida na maioria dos pacientes.

 

ANCELMO LIO – Diário de Votuporanga

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