Fernandópolis registra 52 casos de dengue em sete meses

 

Fernandópolis confirmou nos primeiros sete meses deste ano 52 casos de dengue, um número bem maior se comparado a 2017, quando no mesmo período houve a confirmação de sete pessoas com a doença.

Mesmo com o tempo seco e falta de chuvas, os moradores precisam aumentar os cuidados e reduzir os possíveis criadouros do mosquito nos quintais e dentre dos imóveis.

No período de inverno a população não está livre da doença. Durante o frio, a larva entra no estado de hibernação e quando as chuvas e as altas temperaturas voltam, as larvas eclodem e há a contaminação novamente. Portanto, o trabalho de vistoria de quintais, terrenos baldios, estabelecimentos e outros locais, bem como, a busca e eliminação de criadouros do mosquito deve ser feito sempre.

Ao longo deste ano, foram realizados 130 exames para diagnóstico de dengue, sendo 52 deles positivos, 68 descartados e 10 aguardando resultado. De zika vírus há duas notificações, todas descartadas; de chikungunya, 13 notificações, com uma confirmação, 11 descartados e um aguardando resultado exame.

A última avaliação do índice de Breteau realizada em Fernandópolis ficou em 3.4, o é considerado situação de alerta. Este número define a quantidade de insetos em fase de desenvolvimento encontrados nas habitações humanas pela quantidade de total vistoriada. De acordo com a análise, que foi realizada em abril, de cada 100 casas visitadas, três tinham a larva do mosquito da dengue. Os agentes de controle de vetores da Secretaria Municipal de Saúde trabalham diariamente com visitas e ações de bloqueio para combater as doenças causadas pelo Aedes.

Dengue, zika e chikungunya são doenças causadas pelo aedes aegypti. A melhor forma de prevenção é acabar com o mosquito, mantendo o domicílio sempre limpo, eliminando os possíveis criadouros.

Região Noroeste

 

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