Família confirma morte de operário brasileiro em Trinidad e Tobago

Resultado de exames de DNA saiu quatro meses após desaparecimento. Operário é de Ilha Solteira e deverá ser enterrado no interior de SP.

Depois de quatro meses foi confirmada neste sábado (8) a morte do operário de Ilha Solteira (SP) que desapareceu em Trinidad e Tobago, na América Central, enquanto trabalhava, no começo de junho. A informação foi confirmada pela família.

Segundo a mulher dele, Márcia Aparecida Martins Lopes, o exame de DNA feito por parentes no começo de julho deu positivo. Esse exame é a prova de que o corpo encontrado em uma floresta dias depois do desaparecimento realmente era o de Odair Bezerra Lins, de 54 anos.

Odair era funcionário da construtora OAS e trabalhava numa obra no país caribenho. Até agora, as causas da morte ainda não foram esclarecidas pela polícia local. Ainda não há previsão para chegada do corpo ao Brasil. O operário deve ser enterrado em Ilha Solteira. A TV TEM entrou em contato com a empresa OAS para saber se existe alguma novidade sobre o andamento das investigações, mas não obtiveram respostas.

O caso
O eletricista Odair Bezerra Lins teria sido visto pela última vez no dia 8 de junho. A família dele ficou preocupada porque ele não ligou para casa como de costume e procurou a Polícia Civil de Ilha Solteira, no dia 12 de junho. No dia seguinte (13), os parentes avisaram a Polícia Federal em Jales. Segundo a mulher do eletricista, Odair trabalhava na ilha do Caribe há mais de um ano na manutenção de máquinas pesadas na construção de rodovias naquele país.

Odair trabalha em San Fernando e voltava para casa a cada quatro meses. Representantes da empresa entraram em contato com ela após o desaparecimento para dizer que a caminhonete que ele usava havia sido encontrada abandonada perto de uma praia deserta com marcas de sangue. Ele teria saído sozinho para fechar uma bomba d’água e não foi mais visto.

No dia 24 de junho, a polícia de Trinidad e Tobago encontrou um corpo, em uma área de floresta, em Trinidad e Tobago. De acordo com a OAS, as roupas da vítima são similares aos que o eletricista estava usando no dia do desaparecimento.

Mas, como ainda não havia confirmação oficial de que se tratava de Odair, foi preciso fazer um exame de DNA. A OAS disse em uma nota que, “pelas leis locais do país, é necessário que um irmão e um descendente realizem exames de DNA a fim de cruzar as informações genéticas do corpo encontrado.” G1

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