Fabiana Parma discute unificação de Ouvidoria SUS em Brasília

Da Redação

A secretária de Saúde de Votuporanga, Fabiana Arenas Stringari de Parma, esteve na última semana em Brasília/DF, para participar do 1º Curso de Implantação de Ouvidoria do SUS. A finalidade é oferecer base conceitual, política e técnica dos gestores municipais de saúde sobre o serviço de ouvidoria.

Para a secretária, o evento proporcionou oportunidade de discussão sobre a concepção de ouvidorias, processos de trabalho, bem como outras informações para a implantação das ouvidorias municipais com vistas ao fortalecimento do Sistema Nacional de Ouvidoria do SUS, como componente da Política Nacional de Gestão Estratégica e Participava no SUS – ParticipaSUS. “Iniciaremos uma análise de viabilidades para implantarmos uma única Ouvidoria para todo o SUS”, esclarece Parma.

Votuporanga possui atualmente uma Ouvidoria Geral instalada na rua São Paulo nº 3741, sob a gestão da Secretaria da Cidade, que atende a todos os serviços públicos. A Santa Casa também tem uma ouvidoria instalada para os serviços sob a gerência desta organização social.

De acordo com Fabiana, “as ouvidorias são importantes mecanismos de gestão e fortalecimento do SUS, pois é justamente essa escuta ao cidadão que permite o reconhecimento das demandas da sociedade em relação à saúde”.

As manifestações em relação ao sistema de saúde podem ser: sugestões, reclamações, elogios, denúncias, pedidos por informações ou outras solicitações.

Além disso, a Ouvidoria faz disseminação de informações e, dessa forma, contribui para a promoção da educação em saúde. As informações podem ser a respeito do acesso aos serviços de saúde, sobre as doenças e, ainda, sobre políticas e programas de saúde. Também, subsidia dados para a tomada de decisão pela gestão, estabeleceu espaço de participação e importante instrumento, aproximando a gestão da população, com maior legitimidade.

A equipe de Ouvidoria do SUS deve estar capacitada, com escuta qualificada em saúde para captar o que o cliente traz como efetivo ou não do serviço utilizado, concluindo o atendimento para avaliar a efetividade da atenção à saúde ofertada, subsidiando assim a tomada de decisão na gestão.

“Essa é uma postura educadora para tratar os conflitos, transformando-os em oportunidades de comunicação e melhoria dos serviços” destaca a secretária.

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