Estudantes da Unesp fazem vigília e protestam em delegacia após morte de jovem com 15 facadas

Estudantes da Unesp e amigos da jovem morta a facadas em Ilha Solteira (SP) nesta segunda-feira (9) fizeram durante à noite e a madrugada desta terça-feira (10) uma vigília e uma manifestação contra o crime.

Maria Júlia Martins Quintino da Silva, de 17 anos, saiu da república onde morava e estava a caminho do campus da Universidade Estadual Paulista (Unesp), onde cursava zootecnia, quando foi abordada pelo suspeito, que estava escondido atrás de uma parede. Ele deu pelo menos 15 facadas nela.

Os estudantes acenderam velas na frente da delegacia e também colaram cartazes contra a violência nas paredes da delegacia.

O enterro da jovem foi na tarde desta terça-feira no cemitério de General Salgado.

O corpo de Maria Júlia começou a ser velado de madrugada em General Salgado, cidade onde ela nasceu.

 

“Ela era alegre, feliz, cheia de sonho e vida, ela queria realizar os sonhos, estudar, se formar e acabaram com o sonho dela”, afirma a prima da vítima Karen Sabrina de Souza.

 

 

O principal suspeito pelo assassinato da estudante é o ex-namorado dela que tem 27 anos. Os dois ficaram juntos por cerca de três anos e tinham terminado no fim do ano passado.

“O primo confessou que ajudou na fuga do suspeito, mas ele disse que não sabia que se tratava de um homicídio”, diz o delegado Miguel Rocha.

Estudantes colaram cartazes na frente da delegacia de Ilha Solteira (Foto: Eduardo Monteiro/TV TEM)

 

O crime

 

O homicídio foi na tarde de segunda-feira. A jovem caminhava por uma rua próxima à república onde morava, quando foi atacada pelo suspeito, que estava escondido atrás de um muro. Ela foi morta com mais de 15 golpes de faca e várias pessoas testemunharam o crime.

O carro usado pelo suspeito na fuga foi encontrado duas horas depois em uma fazenda.

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