Equipes intensificam monitoramento em área atingida por queimada em Rio Preto

Incêndio consumiu 691,80 hectares da área do antigo IPA (Instituto Penal Agrícola).

Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Polícia Ambiental intensificam o trabalho de monitoramento na antiga área do Instituto Penal Agrícola (IPA) de São José do Rio Preto/SP atingida por uma queimada de grandes proporções na semana passada.

O incêndio começou em 9 de setembro e se alastrou rapidamente para a Estação Ecológica e a Floresta do Noroeste Paulista. O trabalho de combate às chamas terminou quatro dias depois.

O Ministério Público instaurou inquérito para investigar as circunstâncias da queimada, que é considerada a maior dos últimos anos por ter consumido 691,80 hectares de vegetação.

Segundo a Polícia Ambiental, equipes da corporação realizam fiscalização diariamente e viram o incêndio começar, mas não conseguiram controlá-lo.

“A velocidade do vento, a baixa umidade do ar e a falta de equipamentos fizeram com que não fosse possível apagar o fogo. As equipes fizeram acionamentos, mas, pelo fogo ter começado fora, não foi possível”, afirma o capitão da Polícia Ambiental, Antônio Pilon.

Como há muita madeira e vegetação seca, o Corpo de Bombeiros realiza um trabalho preventivo.

“Ainda existe uma extensa área que pode pegar fogo. Desta forma, é importante que se faça uma ação para evitarmos outra queimada”, diz o tenente do Corpo de Bombeiros, Rafael Fantini.

Já a Defesa Civil atua em três frentes para coibir que uma nova queimada seja registrada na região e cause ainda mais destruição.

“A primeira é um patrulhamento que já vínhamos fazendo. A segunda é alargar os aceiros. A terceira é aumentar a área roçada para preservar a área que está intacta”, alega o diretor da Defesa Civil, Carlos Lamin.

FONTE: Informações | g1.globo.com

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