Encontrados dois macacos mortos em reservas ecológicas

Reserva Ecológica "Olintha de Jesus" no bairro San Remo, onde um macaco foi encontrado morto

Votuporanga fechou a semana passada com dois macacos encontrados mortos; o primeiro, na sexta-feira, na reserva ecológica “Olyntha Maria de Jesus”, na avenida Targino Granja e o outro no dia seguinte, no Bairro Cecap II.

 

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da Prefeitura disse que nenhum caso positivo de febre amarela foi registrado em primatas e humanos até o momento e que as amostras desses primatas foram coletadas e encaminhadas para análise no IAL (Instituto Adolfo Lutz) em São José do Rio Preto para que se confirme ou descarte a morte destes animais por febre amarela. O resultado deve ficar pronto em um prazo de 30 a 40 dias.

 

Enquanto isso, mediante os casos suspeitos, as ações de bloqueio e nebulização estabelecidas por protocolo do Ministério da Saúde estão sendo aplicadas pelos agentes de saúde e de endemias, no entorno dos casos, bem como a vacinação imediata da população não vacinada desses bairros. A nota reforça ainda que desde a notificação desses dois casos, duas equipes volantes formadas por profissionais de saúde fizeram a busca ativa para a vacinação da população ainda não vacinada contra a febre amarela, inclusive no final de semana.

 

Até o momento, 232 residências foram visitadas e 19 pessoas foram vacinadas. A importância da vacinação A Secretaria da Saúde faz um chamamento à população para que se vacine contra a febre amarela. É importante que o munícipe leve a carteira de vacinação em sua unidade para que o profissional de saúde tenha condições de avaliar a situação vacinal.

 

A vacina é gratuita e está disponível nas unidades de saúde, de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. Alerta Caso o morador encontre algum macaco aparentemente adoentado, morto, ou já em estado de decomposição, não manter contato com o animal, e ligar imediatamente para a Vigilância Ambiental – 0800 770 9786 ou 99607-2088. Vale destacar que os macacos não são transmissores do vírus da febre amarela.

 

Os primatas se comportam como sinalizadores da presença do vírus. Quando um macaco aparece doente, apresentam-se aí indícios de que os humanos também estão expostos. A matança dos primatas gera um desequilíbrio ecológico e agrava a situação da febre amarela. Maltratar, apreender ou perseguir animais silvestres configura crime ambiental (Lei Federal de Crimes contra o Meio Ambiente Nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998).

Diário de Votuporanga

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