Empresário é agredido ao pedir silêncio a travestis em Rio Preto

Um empresário de Rio Preto foi parar no hospital após uma briga com travestis que fazem ponto na avenida Cenobelino Barros Serra, esquina com a rua João Mesquita, no Parque Industrial.

De acordo com o empresário, na madrugada desta terça-feira, dia 19, um grupo de travestis estava fazendo “algazarra” em frente a  casa dele por volta da 1h da manhã, impedindo a família toda de dormir.

Incomodado com o barulho, o homem, que mora com a mulher e o filho, diz que pediu para um dos travestis, que estaria seminu na calçada em frente sua casa, para que falasse mais baixo, pois ele queria dormir.

“Quando falei, esse travesti, que eu não sei o nome, tirou a parte de cima da roupa e esfregou os peitos na minha cara, me empurrou e começou a gritar, cada vez mais alto. Nessa hora, outros travestis vieram para cima de mim e eu tentei me defender com um galho de árvore, mas eles eram muitos”, contou o empresário.

Durante a agressão, o homem sentiu que estava sangrando e, quando percebeu, estava com um corte que ia da parte mais alta da cabeça até o queixo.

“Meu filho chamou a polícia e eu entrei em casa, esperamos os policiais. E só depois eu fui para o hospital. Precisei levar 22 pontos no rosto por causa do ferimento. Não sei o que eles usaram, mas acho que foi um estilete”, contou.

O caso foi registrado no Plantão Policial de Rio Preto como lesão corporal. O travesti que agrediu o empresário não foi identificado. A polícia vai investigar.

Vizinhos

Não é só o empresário que reclama do barulho feito pelos travestis no local. Uma professora que mora na rua João Mesquita também contou que os travestis gritam muito durante a noite, em frente das casas. E que fazem programa na rua.

“Dá muito medo de sair aqui em frente. Eles fazem de tudo e andam pelados de um lado para o outro. Quando a gente chama a polícia, eles saem de perto. Mas, dá um tempo e todos voltam. E, se a gente reclama com eles, corre o risco de levar pedradas”, diz a mulher, que mora na área há 7 anos e diz que o problema e o número de travestis vem aumentando muito.

“Alguém precisa tomar uma atitude. Isso aqui está um horror”, conclui ela, que preferiu não se identificar com medo de represálias. Victor Augusto/Diário da Região

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