Em Fernandópolis: falta de técnico em necropsia dificulta liberação de corpo de adolescente morto em soterramento

A falta de um profissional contratado pelo Estado irá dificultar a liberação do corpo do adolescente Gustavo Henrique da Silva de 16 anos, morto após um soterramento em um córrego na periferia de Fernandópolis.

O município não possuiu o profissional técnico em necropsia, responsável pela abertura de corpos para que o médico legista faça a autópsia nas vítimas de acidente em Fernandópolis e região. Para que o corpo de Gustavo possa ser liberado, um profissional terá que se deslocar de Catanduva para realizar o serviço, enquanto os funcionários de Jales e Santa Fé do Sul gozam férias.

Um impasse na preparação do corpo também deve atrasar o velório e enterro do garoto. Amigos exigem que a Funerária de plantão faça a preparação e o velório totalmente gratuito. Nestes casos a empresária somente forneceria o caixão se fosse considerado indigente. Como o rapaz tem família, o custo do enterro não pode ser subsidiado pela Prefeitura de Fernandópolis.

A falta deste profissional revoltou amigos e familiares que denunciaram via telefone que o corpo do menor ainda se encontrava no IML já cheirando forte e que somente estaria liberado após às 10h00.

Ainda não há informações do início do velório de Gustavo Henrique da Silva. regiãonoroeste.com

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