Eliezer Casali rebate críticas e acusações

A última sessão da Câmara, realizada excepcionalmente na terça-feira, devido ao Jogo do Brasil pela Copa do Mundo, foi cheia de discussões acaloradas, além de algumas acusações. Para esclarecer alguns dos assuntos discutidos, além de comentar outros, o presidente da casa, Eliezer Casali, chamou a imprensa em seu gabinete para uma coletiva na tarde de ontem, 27 de junho.
O tema da conversa, inicialmente, foi a reeleição da mesa diretora, levantada na sessão de terça-feira onde, segundo Eliezer, alguns vereadores relataram a vontade de que a reeleição volte a valer. Desde o ano de 2008, após um projeto, foi decretado que a mesa diretora não poderia mais concorrer à reeleição.

Alguns vereadores, contrários à ação, relataram sua insatisfação durante seus discursos. As discussões foram acaloradas e Casali chegou até a chamar atenção para o discurso agressivo do vereador Jura. “Para quê esse cavalo de batalha?”, disse.
“Gostaria de esclarecer a toda população que existe um grupo de vereadores pensando na possibilidade do retorno da reeleição da mesa diretora como acontecia até o ano de 2008. O último presidente da reeleição foi o vereador Osmair Ferrari, e depois desse ano, os vereadores acharam por bem extinguir a reeleição ficando um mandato de dois anos” disse. Eliezer, por ser o atual presidente, eleito para a gestão de 2013/2014, não poderia se reeleger.
Ele afirma que ainda não tem um posicionamento quanto à ação e que, se caso foi aprovado, conversará com um grupo de vereadores para só então levantar possíveis candidaturas. “Não é uma iniciativa minha. Alguns vereadores estão me acusando de estar fazendo isso para tentar minha reeleição e isso não existe”. Porém, ele conta que na argumentação dos vereadores, está incluído que, para tudo existe uma reeleição, então, a reeleição da mesa diretora também seria justa, até mesmo como forma de dar oportunidade a todos, além de, em caso de reeleição, dar continuidade ao trabalho efetuado.
O presidente lembra que, para ser aprovado, o projeto precisa ter, no mínimo, 10 votos a favor. Até o final de 2008 o Regimento Interno do Legislativo permitia a reeleição de presidente, vice e secretários da Câmara, mas mudou depois que o próprio Osmair ocupou por duas vezes seguidas o cargo principal da mesa.

Iluminação
Outro ponto abordado na coletiva foi a acusação do vereador Mehde Meidão Slamian Kanso. Ele reclamou dos R$ 10 mil gastos na iluminação da casa de leis, mostrando fotos de luminárias amontoadas num canto do prédio.
Eliezer Casali rebateu as acusações afirmando que o assunto foi trazido À tribuna de forma até caluniosa, já que, segundo ele, a Câmara não ficou as escuras. “Eram luminárias que estavam colocadas nos pés de coqueiros aqui, iluminando apenas estas plantas, então esta não era uma iluminação necessária, era apenas uma iluminação ornamental. Foi uma obra feita pelo então presidente Meidão, em 2011, que nunca funcionou. Foi um investimento caro, R$10 mil, que estava lá abandonado”, disse.
O presidente afirma ainda que várias tentativas de coloca-los em uso foram efetuadas mas, em virtude da qualidade do serviço, elas não funcionaram. Quanto às luminárias retiradas, ele afirma que todas estão guardadas e que as mesmas serão devolvidas à prefeitura.

Portas Fechadas
Mais uma vez o vereador Meidão foi o autor da reclamação. Ele acusou o então presidente de fechar as portas da Câmara e que esse ato seria inviável, devido ao fato desta ser a casa do povo. “Isso é mentira. A porta principal de acesso ao plenário sempre esteve aberta, a porta que ficou fechada por duas sessões apenas é a porta lateral de acesso à administração”, afirma. Diário de Votuporanga

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