Eliezer Casali analisa convite para ser candidato a deputado pelo PV

O presidente da Câmara Municipal, Eliezer Casali (PV), admitiu que recebeu convite para ser candidato a deputado nas próximas eleições. Em entrevista ao programa Jornal da Cidade, da Rádio Cidade, ele disse que há legenda do partido nas duas esferas: estadual e nacional. “Ainda não tomei decisão. Estou avaliando.
Para mim, é uma surpresa. Mas é o resultado do nosso trabalho, do diretório municipal do PV. É sinal que o grupo de Votuporanga tem credibilidade. As possibilidades estão abertas”, ressaltou.
Questionado se sua possível candidatura não atrapalharia a reeleição do deputado federal João Dado, Eliezer amenizou a situação. “O Dado é um nome consolidado, eleito como melhor do Estado de São Paulo e entre os 5 do Brasil. Ele conquistou, na eleição passada, mais de 27 mil votos”, disse. 
Para o vereador, caso se candidatasse a parlamentar, sua campanha não afetaria Dado. “Não arranharia votos do deputado porque são votos consolidados. Tudo são projeções. Com o Carlão Pignatari (deputado estadual) é a mesma coisa. Carlão deu banho de votos na cidade, com mais de 70%  dos válidos. Existe uma gama para ser explorada e a região. Saindo candidato, caso eu saia, eu acho que tanto a eleição de Carlão ou Dado não seria prejudicada”, enfatizou.

Cemitério
Questionado sobre a falta de jazigos no Cemitério Municipal, ele explicou que o convênio entre a Prefeitura Municipal e o grupo Rosa Mística é viável para o município. “Para Votuporanga implantar um novo cemitério fica caro. Tem que comprar área, licenciar na Cetesb, fazer estrutura e isso gera um gasto muito grande. Com a parceria, a população paga o mesmo preço no Cemitério Parque Jardim das Flores do que desembolsaria com o Municipal”, explicou.
Eliezer contou que por mês, o Poder Público gasta R$ 40 mil com funcionários, estrutura e manutenção do Cemitério Municipal. Para o Jardim das Flores, a  quantia é de R$12 mil ano. Ele disse ainda que a Prefeitura irá investir no Cemitério de Simonsen para aumentar a oferta de vagas.

Fechamento dos bares à meia-noite
O vereador também deu a sua opinião com relação ao projeto de lei de autoria do também vereador Mehde Meidão Slaiman Kanso. “Em 2010, Meidão apresentou este projeto de funcionamento dos estabelecimentos. Na época, foi feito um grande debate, com realização de audiência publica na Câmara, com presença de comerciantes, juiz de Direito.
Foi-se constatado uma impossibilidade da Câmara apresentar este projeto porque não é iniciativa do Legislativo este tipo de matéria e sim do Executivo. Agora ele retoma a discussão, tem que haver legalidade deste projeto”, finalizou. Andressa Aoki

andressa@acidadevotuporanga.com.br

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