Dois são condenados em Rio Preto por assassinato de cinegrafista

Advogado dos réus também foi preso por tráfico de influência no caso. Mulher da vítima, apontada como mentora, pegou quase 25 anos de prisão.

O Tribunal do júri de São José do Rio Preto (SP) condenou dois por homicídio qualificado do cinegrafista Adriano Renato Sanches e um por tráfico de influência no mesmo caso. O julgamento durou 26 horas.

Adriana Mesquita, mulher da vítima, é apontada como mentora do crime. Ela foi condenada a 28 anos e sete meses de prisão. A pena para Antônio Mota Paiva, foi de 24 anos e sete meses de prisão. Gerson da Silva foi absolvido.

O advogado Sérgio Antônio Fante, que respondia o processo em liberdade pelo crime de extorsão, também foi condenado e saiu preso do salão do júri. A pena dele foi sete anos de prisão. Os condenados vão cumprir pena em regime fechado.

Crimes
O crime aconteceu em junho de 2009. O cinegrafista Adriano Sanches, de 33 anos, foi espancado e morto a pauladas. O corpo dele foi encontrado às margens de uma estrada de terra em Potirendaba (SP). Sete meses depois, a polícia conseguiu esclarecer o caso e monitorou os acusados por meio de escutas telefônicas.

Os réus e o advogado também teriam extorquido dinheiro da mãe da vítima que acreditava que o filho estava morando em Foz do Iguaçu. Segundo o Ministério Público, tudo foi premeditado. G1

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