Direitos Humanos se reune para definir 2.ª Parada Gay

A Secretaria Municipal de Direitos Humanos sediou na tarde desta quinta-feira (13/08) uma reunião com representantes de diversos segmentos da cidade para a realização da 2.ª Parada do Orgulho Gay de Votuporanga.

O secretário Emerson Pereira recepcionou em seu gabinete a coordenadora do Programa DST/ Aids em VotuporangaLéa Bagnola, o secretário de Trânsito, Transporte e Segurança, Alberto Casali, a presidente da Comunidade São Francisco de Assis, Luzia Pupim, o 1.º tenente da Policia Militar, Gustavo Henrique dos Santos Postigo; e o 2.º Sargento do Corpo de Bombeiros, Sérgio Rodrigo Ramalho Matta.

O evento deste ano deve acontecer em outubro e é idealizado por um grupo que apoia a causa LBGT em Votuporanga. Estão à frente da 2.ª Parada do Orgulho Gay, Iara Ramos de Macedo e Miguel Parra Gomes Neto. Há também o apoio da Secretaria Municipal de Direitos Humanos, SAE (Serviço de Atendimento Especializado) e a Comunidade São Francisco de Assis.

Medidas

A concentração acontecerá na Praça São Bento por volta das 16h30, sentido a avenida Ângelo Bimbato, no CLT (Centro de Lazer do Trabalhador) “Oscar Botura”.

O trajeto terá novamente o apoio da Secretaria Municipal de Trânsito. O evento foi muito elogiado pelo secretário Alberto Casali, devido a organização. “Não tivemos nenhum acontecimento envolvendo ocorrências de trânsito. Até chegar no CLT, fechamos as ruas e conforme o trio elétrico ia passando, eram abertas novamente. O mesmo será feito neste ano”, falou.

O secretário Emerson Pereira disse que os casos de Aids em Votuporanga preocupam muito. Sendo assim, haverá um trabalho intenso durante o evento para que seja cada vez mais divulgado o uso de preservativos nas relações sexuais.

Emerson destacou também que o evento atraiu muitas famílias no ano passado. “As calçadas ficaram lotadas para ver o trio elétrico passar. Pais levaram os filhos com o intuito de mostrar que todos merecem respeito”, reforçou.

Emerson respondeu às críticas de algumas pessoas por Votuporanga estar sediando a Parada Gay. “Não estamos mexendo com dinheiro público do município, mas sim uma verba que já vem de São Paulo e é destinada para a realização deste evento. Somos Direitos Humanos e esta iniciativa é de nossa competência. Eventos maiores que acontecem em Votuporanga deixam os moradores mais constrangidos do que a Parada Gay”, frisou.

Lea Bagnola disse que todo o evento deve ser feito com o respectivo dinheiro, mas fica a critério dos organizadores buscarem também por patrocínio. Ela ainda acrescentou que caso sobre, o dinheiro será aplicado em programas que lidem na prevenção de Aids. “Vale ressaltar que este é um evento de suma importância para o município, que tem sim total apoio do SAE, porque trabalha preconceito, DST e prevenção”, falou Léa.

A próxima reunião acontecerá em 24 de setembro para fechar o projeto e estimar a quantidade de seguranças e brigadistas a serem contratados, assim como itens obrigatórios e demais pendências.

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