Depois de polêmica, município altera Plano de Desenvolvimento Econômico de Votuporanga

A Prefeitura de Votuporanga enviou alterações do Pladevo (Plano de Desenvolvimento Econômico de Votuporanga).

 

O documento esclarece os objetivos do plano; fixa prazos mais adequados para a aprovação dos projetos e para início das obras; possibilita que em casos em que a reversão do imóvel seja economicamente inviável devido o estágio das construções da área doada, que ocorra o ressarcimento ao erário público, com valores de mercado ou pago adicionado de todas as despesas ocorrentes em face dos incentivos.

O projeto foi aprovado. 

Com a edição de domingo do jornal A Cidade, o presidente da Câmara Municipal, Eliezer Casali, ressaltou que o Pladevo trouxe benefícios para a população. “A lei é de 1970 e, em 2009, essa Casa fez inovações na legislação, o que gerou ainda mais possibilidades”, contou.
Ele comentou que a matéria do A Cidade foi esclarecedora sobre a política de incentivos. “De 2009 a 2013, foram gerados 6.200 empregos. No comparativo, em 70 anos, foram criadas mais de 19 mil vagas formais. Neste período, 100 áreas foram repassadas para as empresas, a maioria no 6º Distrito Industrial”, complementou.
Eliezer ressaltou que recentemente a Câmara aprovou a denominada lei do shopping, que possibilita que o Poder Executivo ofereça asfalto, galerias pluviais e esgoto para empreendimentos que criem mais de 500 oportunidades de trabalho. 
O presidente reafirmou a importância da lei. “Na posse da Adélia Porto para a presidência da Airvo, havia mais de 200 investidores e, no meu discurso na ocasião, eu disse que se Votuporanga não tivesse lei de incentivo, muitas firmas fatalmente não estariam na cidade e gerariam empregos em outros municípios. Vemos Estados brigando com a chamada guerra fiscal. A nossa política de incentivos é base legal, não lesa nenhum munícipe, só traz beneficio para a nossa cidade”, frisou.

“Empresário não é Papai Noel”
Durante seu pronunciamento, o vereador Jurandir Benedito da Silva, o Jura, também falou sobre a lei do incentivo. “Dá impressão de que 6.000 empregos saem do nada. Existe política do governo federal que o Lula (ex-presidente) implantou, além das universidades, aumentou o poder aquisitivo. O empresário quer lucro, não é Papai Noel. Se o empreendedor está investindo, é porque as pessoas estão ganhando mais”, destacou.
Jura disse ainda que de uns anos para cá, os eleitores buscam os vereadores para cobrar questões atreladas à cidadania, o que é a função do legislador. “Antes eles buscavam cesta básica. O PT mudou a cara do país”. 

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