Decepcionados, assessores de Ana Bim deixam o Legislativo

FERNANDÓPOLIS – Após serem derrotados na sessão desta terça-feira que rejeitou o pedido de cassação do vereador Rogério Chamel formulado pelo médico fernandopolense, Avenor Esmênio Bim, grande parte dos assessores e simpatizantes da administração pública deixaram o plenário da Câmara Municipal em clima de velório.

“Os soldadinhos de chumbo” termo usado pelo atual secretário de Cultura do Município, Vicente Renesto, mostravam-se inconformado com a decisão do Plenário que decidiu remeter a denúncia ao Conselho de Ética.

O caso sai da “zona vermelha” e passa para uma categoria que poderá resultar em uma advertência ao vereador Rogério Chamel que havia mencionando fatos narrados pelo vereador Maurilio Saves que se referia a prefeita como “jumenta” e “Jumentinha”.

Tanto Ana Bim, como o marido autor da denúncia, não compareceram ao Legislativo. A tentativa de negociação ficou a cargo do procurador jurídico do município, Marlon Santana, que tentou até o último instante uma manobra política para reverter à situação da patroa dele. Por várias vezes Santana se reuniu com vereadores fora do plenário e até em salas dentro do setor administrativo do Legislativo.

Deve-se investigar se as atitudes de defesa de Marlon Santa não atende os interesses particulares da prefeita e do marido dela, Avenor Bim. Marlon poderia estar sendo usado para defender a tese particular da prefeita com o dinheiro público, o que caracteriza crime.

Na realidade, Ana ou Avenor deveria ter usado outro advogado no caso para descaracterizar que Marlon estaria a serviço particular da prefeita. Se as possíveis ofensas de Chamel tiverem sido direcionadas a administração, ai sim, Marlon Santana poderia atuar legalmente.

O circuito interno de TV flagrou as tentativas frustradas do procurador jurídico do município. O ato de Santana foi confirmado por alguns vereadores.

0 Comentários

Deixe um Comentário

Login

Bem vindo! Faça login na sua conta

Lembre de mim Perdeu sua senha?

Lost Password