Dado diz que conseguiu mais de R$60 milhões para Votuporanga

Para João Dado, toda eleição tem sua dificuldade

A Rádio Cidade recebeu na manhã de ontem o deputado federal João Dado, do Solidariedade, candidato à reeleição. Ele apresentou suas propostas e também falou de seu trabalho na Câmara dos Deputados, em Brasília. Dado destacou as dificuldades de uma reeleição e também apontou que já trouxe para Votupo-ranga R$60 milhões em emendas parlamentares.
Entre os projetos da cidade que contam com seu apoio e emendas estão a cobertura da Concha, transformação da Rua Amazonas, Centro de Convenções e avenida Emílio Arroyo Hernandes.

 
Para João Dado, toda eleição tem sua dificuldade. “Uma campanha é sempre muito difícil e o povo brasileiro, se Deus quiser, vai ser ainda mais rigoroso e criterioso na escolha dos seus representantes, porque no ano passado já houve aquela mobilização social nas ruas, sinalizando que a população vai votar em quem conhece a história”.

 
João Dado foi apontado em pesquisa da revista Veja como um dos 20 parlamentares mais atuantes. Ele explicou como conseguiu essa classificação. “Comecei a trabalhar muito cedo, com 10 anos de idade eu já ajudava em casa, vendia coleção de livros. Tínhamos uma família de poucas posses e todo mundo tinha que ajudar. E eu trabalho bastante. Como faço muitos projetos de lei e participo ativamente das comissões, isso talvez seja a diferença no momento em que se faz uma pesquisa técnica”.

Entrevistas ao CQC
O deputado federal foi surpreendido duas vezes por pegadinhas do programa CQC (Custe o Que Custar), da Band. Em uma delas apresentaram um projeto fictício, que previa a inclusão de bebida alcoólica na cesta básica. “Quando vi que tinha cachaça na cesta básica, argumentei que a jovem não devia nem propor este projeto sabendo dos problemas que o álcool e as drogas trazem para as famílias brasileiras. Minutos depois, a repórter me abordou e disse que eu tinha assinado uma proposta pouco tempo antes, eu disse que assinei o pedido anterior porque concordava com os argumentos; já o projeto do CQC, ao saber que é uma brincadeira, fico até mais satisfeito, porque nós temos que preservar as famílias brasileira e, para isso, temos que controlar o consumo de álcool e não o contrário”, disse.

 
A outra pegadinha era em relação ao salário mínimo, eles perguntaram para todos os deputados federais qual era o valor do salário mínimo. “Nós somos deputados federais e 60 milhões de brasileiros recebem salário mínimo, como é que um deputado não sabe que é R$724? É preciso saber o valor do salário mínimo para buscar o reajuste deste valor.

 

Esse é o problema daquele parlamentar que convive com o povo e não sabe a realidade, porque nós estamos vivendo de novo um problema de inflação no Brasil. Se nós, deputados, não andarmos pelas feiras, pelos supermercados, como nós vamos saber o que está acontecendo com o processo inflacionário? Acho que é uma de nossas obrigações reconhecer estas realidades e poder fazer leis que melhorem essa situação e resolva e corrija o salário dos trabalhadores”, ressaltou Dado.

Fator previdenciário
Questionado por um ouvinte da Rádio Cidade sobre o projeto do fator previdenciário, João Dado disse que o documento está pronto para ser colocado em pauta. “Mas eu voto para extinguir este fator previdenciário, porque o cidadão trabalha 35, 40 anos, quando vai se aposentar, perde 30%, 40% do salário. Isso é um crime, uma desonra com esse cidadão que tanto fez para honrar a sua vida e dignificar a sua família”, destacou.
Contas da campanha
Dado contou que grande parte de sua campanha é financiada por pessoas físicas. “As empresas, nesta campanha, fazem as doações para o partido, que ajuda os candidatos, mas não sei quem doou para o Solidariedade, que ajudou muito minha campanha. Além disso, recebi a ajuda de 800 pessoas físicas”, falou.

Apaes
Dado é um dos 11 autores do projeto que culminou na lei 12.868, que permite que as Apaes (Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais) sejam classificadas como de Assistência Social.
“Tenho muito orgulho de ser autor de um projeto que salvou as Apaes de todo Brasil, que estavam correndo o risco de ser extintas. Tinha até prazo de extinção, 5 anos. Me pergunto, como acabar com aquele amor todo, aquele trabalho de muita dedicação”, finalizou.
Leidiane Sabino
leidiane@acidadevotuporanga.com.br

 

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