Corpo de Caíca está sendo velado no Asilo São Vicente

O corpo do conhecido Jorge Machado, o Caíca, ex-vendedor de bilhetes de Votuporanga, está sendo velado no Asilo São Vicente de Paulo, desde as primeiras horas deste sábado. O sepultamento deverá ocorrer nesta tarde, no Cemitério Municipal de Votuporanga.

O falecimento de Caíca comoveu Votuporanga nesta sexta-feira, nas redes sociais do Votunews, a notícia comoveu a todos, pois o idoso era muito querido e estimado por todos. A nota de falecimento na página do Votunews ultrapassou 45 mil visualizações, 1.500 curtidas, 1478 compartilhamentos.

FALECIMENTO:

O votunews informa o falecimento do conhecido Jorge Machado, o Caíca – aos 84 anos de idade, antigo vendedor de bilhetes que sempre era visto pelas ruas de Votuporanga.

Quase todo Votuporanguense conhecia Jorge Machado Marques, ou melhor, Caíca ou Caic, como era chamado. O querido morador de rua e vendedor de bilhetes da loteria, viveu os últimos anos de sua vida no Lar São Vicente de Paulo, o asilo.

Porém, depois de ser surpreendido por dois homens que o agrediram e lhe roubaram, ele precisou se proteger e foi morar no Lar São Vicente de Paulo.

VELÓRIO:

O corpo de Caíca está sendo velado na Capela do Asilo e o sepultamento ocorrerá neste sábado, às 9 horas, no Cemitério Municipal de Votuporanga.

JORGE MACHADO

Caica nasceu no dia 22 de abril de 1932, no registro consta a cidade de Orindiúva-SP, mas ele diz ser do município de Paulo de Faria.

Filho de Pedro Machado Marques e de Madalena Maria de Jesus, Caica lembra-se que tem uma irmã viva, Adair Machado Marques. Dos outros, não consegue falar o nome.

No ano de 1944, Caica decidiu viver em Votuporanga, o endereço, as ruas da cidade. Não se casou nem teve filhos. Ele andava se apoiando em um carrinho de mão.

“Trabalhei no café, na colheita e também carpindo café nos Fava. Também já recolhi recicláveis e vendi bilhetes de loteria”, lembra em entrevista.

Da venda dos bilhetes, os moradores de Votuporanga dizem que Caica foi sorteado uma vez, versão que ele confirma. O que fez com o dinheiro? “Meus parentes que moram em São Paulo levaram. Só uma parte ficou comigo para eu comer”, fala.

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